Não categorizado

Ceratocone =diagnostico e tratamento

Ceratocone. Diagnóstico e Tratamento
QUARTA-FEIRA, ABRIL 28, 2010 DR. RENATO SOUZA OLIVEIRA 55 COMMENTS
Ceratocone é uma doença que acomete igualmente homens e mulheres, geralmente na adolescência ou inicio da fase adulta e de caráter progressivo. Via de regra acomete os dois olhos mas geralmente é mais avançado em um deles.

O que causa o ceratocone?
Não se sabe exatamente a causa do ceratocone. Em alguns casos há uma herança familiar mas em outros não. Muitos pacientes apresentam alergia ocular com coceira nos olhos importante e isso pode estar associado com o surgimento ou progressão da doença.
A alteração ocorre na córnea que ao invés de manter a sua forma original, arredondada, adquire uma forma cônica, pontiaguda (do radical grego cerato = córnea e cone = em forma de cone). Com isso, os raios luminosos que atingem o nosso olho sofrem uma refração errônea e irregular ocasionando uma visão distorcida e embaçada.
Os pacientes geralmente apresentam graus de miopia e astigmatismo, muitas vezes elevado e que sofre variações grandes em pouco tempo. Mesmo quando corrigida com óculos, o paciente não obtém uma visão satisfatória.

Como fazer o diagnóstico do ceratocone:

Um oftalmologista mais atento vai desconfiar desse diagnótico no exame de refração e no exame na lâmpada de fenda. Para a confirmação precisa do diagnóstico dois exames complementares são fundamentais: Topografia de córnea (ou ceratoscopia computadorizada) e paquimetria. O primeiro mede a curvatura da córnea e vai mostrar a região do cone. O segundo mede a espessura da córnea que normalmente é mais fina nesses pacientes.
Além desses dois exames, alguns outros, como pentacam, orbscan e OCT de segmento anterior podem ser utéis ao médico na decisão de qual tratamento fazer.

Ceratocone – Foto
Tratamento do Ceratocone: Qual o melhor?

Isso vai depender do grau do ceratocone. Como em toda doença existem estágios mais leves e mais avançados da doença e isso vai influenciar no tratamento.
Em principio, o principal dado para definir o tratamento é a visão da pessoa com ceratocone. As opções são:
1 – Óculos: como já dito antes, dificilmente proporciona uma visão 100% nítida para a maioria dos casos. Mas em alguns pacientes com ceratocone inicial ou leve, o uso de óculos pode ser uma boa opção.

2- Lente de Contato para Ceratocone (LC): é talvez a solução para a grande maioria dos casos de ceratocone. A LC rígida regulariza a superfície ocular (em outras palavras, deixa a curvatura da córnea mais regular) proporcionando uma qualidade de visão muito boa. Como é uma LC rígida, a adaptação, especialmente numa córnea com curvatura irregular, não é simples e deve ser feita por um oftalmologista experiente nesses casos. As LC gelatinosas NÃO proporcionam uma melhora significativa da visão nesses casos. Existem várias lentes de contato especificas para o ceratocone, inclusive juntado a qualidade óptica da lente rígida com o conforto da lente gelatinosa (lentes híbridas).
Só um bom oftalmologista com experiência em LC poderá indicar a lente ideal. Uma LC mal adaptada pode inclusive agravar um caso de ceratocone.
Se o paciente tiver força de vontade e paciência para suportar o período de adaptação, com o incomodo inerente à LC rígida, terá em mãos uma grande arma para melhorar sua acuidade visual. Com a grande vantagem de ser totalmente e facilmente reversível.

Leia mais sobre esse assunto, no artigo abaixo, aonde falamos mais detalhadamente sobre todos os tipos de lente de contato para ceratocone
http://www.medicodeolhos.com/2011/06/lente-de-contato-para-ceratocone-qual.html

3 – Cirurgias para ceratocone: existem diversas cirurgias para o ceratocone. Algumas com finalidade de melhorar a visão e outra com o objetivo de estagnar (freiar) a progressão da doença

Importante: O paciente com ceratocone (ou com suspeita de ceratocone) NUNCA deve realizar a cirurgia refrativa a laser!

3.1 – Anel intraestromal (ou anel de Ferrara): Consiste na colocação de uma estrutura rígida (um arco) de acrílico no meio da espessura corneana alterando a curvatura da córnea e reduzindo o ceratocone. É uma cirurgia feita em centro cirúrgico por oftalmologista habilitado e sob anestesia local. É reversível e ajustável e pode ser associado com outras opções de cirurgia ou com lente de contato.
Alguns pacientes melhoraram tanto a visão a ponto de nem precisar de óculos depois. A grande maioria obtém uma boa melhora, mas ainda precisará usar óculos ou lente de contato após a cirurgia.
Veja um vídeo com a cirurgia de anel de ferrara para ceratocone, clicando aqui

3.2 – Ressecção em cunha: Pouco utilizada, poucos médicos estão familiarizados com a técnica e poucos pacientes tem indicação de faze-la.
Retira-se uma parte da córnea, suturando o restante, reduzindo a curvatura e consequentemente o ceratocone.

3.3 – Transplante de Córnea: é a grande cirurgia e a melhor opção para o paciente com ceratocone avançado.

Um transplante de córnea não tem as complicações de outros transplantes de órgãos como o fígado, o coração ou o rim. Tão pouco necessita do uso de imunossupressores sistêmicos evitando assim os indesejáveis e graves efeitos colaterais desses medicamentos.
Em alguns estados do Brasil a fila para o transplante de córnea é quase zero.
Em resumo, retira-se a córnea do paciente (receptor) e coloca-se a córnea doada, suturando-a com 16 pontos em média. O paciente usará colírios por um longo prazo (variando de 1 a 6 meses) e se necessário os pontos serão retirados no ambulatório depois de alguns meses (esses pontos não incomodam e nem sempre precisam ser retirados, podendo o paciente permanecer com eles por muito tempo).

A recuperação não é imediata mas com alguns dias já e possível constatar uma boa melhora da visão.
Grandes estudos nacionais e internacionais mostraram uma melhora significativa do quadro com uma boa segurança e estabilidade da visão à longo prazo.
Uma variação mais nova do transplante de córnea é o transplante lamelar de córnea. Nessa técnica, retira-se somente parte da córnea do paciente e coloca-se a córnea doada. Com isso torna-se a cirurgia mais segura e reduz-se a chance de rejeição. Para o ceratocone é uma ótima opção.
Leia mais sobre o transplante de córnea, clicando aqui

3.4 – Crosslinking (CXL)

É a única opção cirúrgica que visa estabilizar a doença, ou seja, evitar que o ceratocone evolua e piore cada vez mais a visão do paciente.
Um feixe de luz ultravioleta e uma solução contendo riboflavina, fortalecem as fibras de colágeno da córnea, enrijecendo-a e impedindo que ela continue a sofrer as deformações típicas do ceratocone. Em outras palavras, torna a córnea mais forte, mais rígida.
Como o ceratocone é uma doença progressiva, o quanto antes conseguirmos estabilizar o quadro melhor.
Alguns pacientes até percebem uma melhora da acuidade visual mas precisa ficar claro que o objetivo da cirurgia de crosslink é evitar que a doença avance, piore.
Já há alguns centros no Brasil realizando este procedimento de crosslinking de córnea e na opinião de muitos especialistas na área (inclusive eu) essa técnica pode revolucionar o tratamento do ceratocone, evitando que muitos casos se agravem e necessitem de um transplante de córnea.

Ceratocone e Síndrome de Down: Há uma associação entre o ceratocone e a síndrome de down (trissomia do cromossomo 21). Os pacientes com Down tem uma maior chance de desenvolver o ceratocone e o tratamento (uso de lentes de contato a cirurgias) pode ser mais complicado nesses pacientes.

O CID 10 (código internacional de doenças) do ceratocone é H18.6

Para saber mais sobre o Crosslinking de Córnea, leia esse texto sobre esse novo tratamento para o Ceratocone:
http://www.medicodeolhos.com/2010/05/crosslinking-de-cornea-para-ceratocone.html

Sobre Anel de Ferrara, informe-se lendo o texto abaixo
http://www.medicodeolhos.com/2011/06/anel-de-ferrara-para-ceratocone.html

Você tem coceira nos olhos? Tá com medo de desenvolver ou aumentar o ceratocone?
Então leia esse texto e previna-se
http://www.medicodeolhos.com/2010/09/coceira-nos-olhos-alergia-ocular.html

Quer saber mais sobre lente de contato? http://blogoftalmo.blogspot.com/2010/04/lentes-de-contato-tipos-modos-de-usar-e.html
Posted in: anel de ferrara, anel intraestromal, ceratocone, ceratocone e sindrome de down, cirurgia de ceratocone, crosslink, crosslinking, lente de contato, transplante de córnea

Padrão
Não categorizado

OSTEOARTROSE = ANTIDEPRESSIVO EFICAZ PARA ALIVIAR A DOR DA …

Prova antidepressivo eficaz para aliviar dor da osteoartrose
ScienceDaily (22 de março de 2012) – Antidepressants pode desempenhar um papel chave no alívio de condições dolorosas como osteoartrite e pode resultar em efeitos colaterais do que os regimes de drogas tradicionalmente prescritos, tais como anti-inflamatórios e analgésicos opióides, de acordo com um papel perspectiva publicada em linha antes da publicação impressa pela revista International Journal of Clinical Practice.

Ensaio clínico
Antidepressivo
Medicina baseada em evidências
Médicos americana Leslie Citrome e Amy Weiss-Citrome analisaram a mais recente evidência clínica para a duloxetina, um antidepressivo bem estabelecido que recebeu EUA Food and Drug Administration aprovação (FDA) em 2010 para uso com dor músculo-esquelética crônica, incluindo osteoartrite.
“Não é incomum para o tratamento de osteoartrite com uma combinação de drogas que funcionam de maneiras diferentes”, explica o Dr. Leslie Citrome, professor clínico de Psiquiatria e Ciências Comportamentais no New York Medical College, Valhalla, Nova York, EUA. “Nossa revisão apoia esta abordagem e confirma que os antidepressivos não são apenas para a depressão e pode desempenhar um papel fundamental no alívio esta condição dolorosa.”
Os autores analisaram estudos explorando os efeitos de duloxetina sendo usados ​​por conta própria ou em combinação com não-esteróides anti-inflamatórios não esteróides). Entre eles, os dois estudos duplo-cegos, controlados com placebo dos ensaios clínicos que formaram a base da aprovação do FDA para a duloxetina para o tratamento da dor crônica associada com a osteoartrite.
Os resultados do estudo foram analisados ​​usando o número necessário para tratar (NNT) e número necessário para causar dano (NND). Estes quantificar quantos pacientes precisam ser tratados com uma intervenção em relação a outro antes de encontrar um paciente adicional que experimenta um resultado desejado (NNT) ou desvantagem indesejado, como um efeito colateral (NND). Um número menor indica mais vantagens para NNT e desvantagens maiores para NNH.
“A aplicação destes métodos simples para a investigação muitas vezes complexo nos dá uma indicação real de se um medicamento vai beneficiar ou prejudicar nossos pacientes, o que é que nós, como os médicos estão mais interessados ​​em” explica o Dr. Citrome.
Quando a duloxetina foi comparado com um comprimido de placebo não contendo ingredientes ativos, usando dados de dois estudos de aprovação da FDA, o NNT foi de seis. Isto significa que seis pacientes precisariam ser tratados com duloxetina em vez de receber o placebo antes de encontrar um paciente adicional experimentando uma melhora da dor usando uma medida composta que reúne uma série de indicadores de eficácia. Tal NNT um baixo faz um argumento convincente para esta abordagem terapêutica.
Os autores dizem que esta descoberta, ao longo de 13 semanas, em comparação favorável com outros estudos de AINEs – o NNT foi de cinco para etodolac após quatro semanas e quatro para tenoxicam após oito semanas.
Quando os efeitos secundários das várias drogas foram tomados em consideração, esta mostrou que, quando a duloxetina foi utilizado por si própria durante 13 semanas, desde que um número de vantagens sobre os AINE, o que pode levar a hemorragia gastrointestinal, e opiáceos tais como a morfina, que pode causar constipação.
Os efeitos secundários mais comuns de duloxetina – fadiga, náusea e constipação – eram pequenos quando comparados com o placebo, resultando em NNHs de 16, 17 e 19, respectivamente. Isto significa, por exemplo, que 16 pacientes teriam de ser tratados com duloxetina em vez de receber o placebo antes de encontrar um paciente adicional experimentando náusea.
Os estudos utilizados para obter a aprovação da FDA também mostrou que a redução da dor por meio de duloxetina em si não era dependente de uma melhoria nos sintomas depressivos.
“Embora o uso de duloxetina como monoterapia para a dor tenha sido aprovado pelas agências reguladoras, é muito comum os pacientes recebem uma combinação de drogas e AINEs são os medicamentos mais prescritos para a dor associada à osteoartrite”, diz o co-autor Dr. Amy Weiss-Citrome, especialista em Medicina Física e Reabilitação.
Por essa razão, os autores também examinaram os resultados de um estudo recente mostrou que a sinergia potencial de duloxetina e AINEs.
O estudo, uma de dez semanas estudo duplo-cego de 524 pacientes com osteoartrite do joelho, descobriram que aqueles que tomaram uma combinação de duloxetina e AINEs relataram reduções maiores dores que o grupo controle que tomaram um AINE com um placebo.
O NNT para o resultado da melhoria substancial da dor com o tratamento combinado contra AINEs isoladamente tinha seis anos, sublinhando os benefícios desta abordagem.
“Acreditamos que nossa análise destes estudos demonstram que os médicos atendem pacientes que sofrem de osteoartrite também deve considerar a prescrição de antidepressivos adjuvantes que possam efetivamente influenciar nas vias centrais da dor”, conclui o Dr. Leslie Citrome.
Compartilhar esta história no Facebook , o Twitter e Google :

Bookmarking social e outras ferramentas de compartilhamento:
| 16
Fonte Story:
A história acima é reproduzida a partir de materiais fornecidos por Wiley-Blackwell , através AlphaGalileo .
Nota: Os materiais pode ser editado para conteúdo e duração. Para mais informações, entre em contato com a fonte citada acima.
Journal Referência :
Citrome L e Weiss-Citrome A. Antidepressivos e no alívio da dor osteoartrítica – Apreciação de um estudo examinando a duloxetina adjuvante . International Journal of Clinical Practice , 2012 DOI: 10.1111/j.1742-1241.2012.02899.x
Necessidade de citar esta história em seu ensaio, relatório de papel, ou? Use um dos seguintes formatos:
APA

MLA
Wiley-Blackwell (2012, 22 de março). Antidepressivo prova eficaz em aliviar a dor da osteoartrite. ScienceDaily . Retirado 23 março de 2012, a partir de
Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.
Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente as do ScienceDaily ou seu pessoal.
Anúncios do Google

Padrão
Não categorizado

DOCGUIDE.COM NOTICIAS SOBRE REUMATOLOGIA

Most Popular: Rheumatology

57
Stars
Source: Jt Bone Spine | Posted: 2 days ago
Cost-effectiveness of osteoporosis treatments in postmenopausal women using FRAX™ thresholds for decision ; Alzahouri K, Bahrami S et al.; Joint Bone Spine (Feb 2012)
Tags: alendronate, Menopause, Osteoporosis, Trauma
Read/Add Comments

22
Stars
Source: Arthritis Rheum | Posted: 2 days ago
Safety and efficacy of ocrelizumab in patients with rheumatoid arthritis and an inadequate response to at least one tumor necrosis factor inhibitor: results of a forty-eight–week randomized, double-blind, placebo-controlled, parallel-group phase III trial ; Tak PP, Mease PJ et al.; Arthritis & Rheumatism 64 (2), 360-70 (Feb 2012)
Tags: Arthritis, leflunomide, methotrexate, ocrelizumab
Read/Add Comments

19
Stars
Source: Clin Exp Rheumatol | Posted: 5 days ago
One-year clinical and radiological evolution of a patient with refractory Takayasu’s arteritis under treatment with tocilizumab ; Bredemeier M, Rocha CM et al.; Clinical and Experimental Rheumatology (Feb 2012)
Tags: adalimumab, azathioprine, cyclophosphamide, infliximab, methotrexate, methylprednisolone, mycophenolate mofetil, mycophenolic acid, prednisone, tocilizumab, Vascular Disorders
Read/Add Comments

14
Stars
Source: Curr Opin Rheumatol | Posted: 1 day ago
Intensive treatment and treatment holiday of TNF-inhibitors in rheumatoid arthritis ; Tanaka Y; Current Opinion in Rheumatology (Mar 2012)
Tags: adalimumab, Arthritis, infliximab, methotrexate
Read/Add Comments

13
Stars
Source: Intern Med J | Posted: 1 day ago
New onset sarcoid-like granulomatosis developing during anti-TNF therapy: an under-recognised complication ; Tong D, Manolios N et al.; Internal Medicine Journal 42 (1), 89-94 (Jan 2012)
Tags: adalimumab, etanercept
Read/Add Comments

13
Stars
Source: Clin Exp Rheumatol | Posted: 5 days ago
Acanthamoeba Meningoencephalitis Presenting as Neuropsychiatric Lupus in a Pediatric Patient ; Castillo RD, Garza JX et al.; Clinical and Experimental Rheumatology (Feb 2012)
Tags: cyclophosphamide, Lupus, methenamine
Read/Add Comments

9
Stars
Source: BioDrugs | Posted: 2 days ago
Biologic rheumatoid arthritis therapies: do we need more comparative effectiveness data? ; Levesque MC; BioDrugs 26 (2), 65-70 (Apr 2012)
Tags: abatacept, Arthritis, infliximab, methotrexate, rituximab
Read/Add Comments

9
Stars
Source: Reumatol Clin | Posted: 6 days ago
Reactive arthritis after the intravesical instillation of BCG ; Macía Villa C, Sifuentes Giraldo W et al.; Reumatología Clinica (Feb 2012)
Tags: Arthritis, etoricoxib, isoniazid
Read/Add Comments

5
Stars
Source: World J Gastroenterol | Posted: 1 day ago
Adamantiades-Behcet’s disease-complicated gastroenteropathy ; Wu QJ, Zhang FC et al.; World Journal of Gastroenterology 18 (7), 609-15 (Feb 2012)
Tags: azathioprine, cyclophosphamide, sulfasalazine, thalidomide, Vascular Disorders
Read/Add Comments

5
Stars
Source: Hautarzt | Posted: 5 days ago
Nail psoriasis-an ignored disorder : Pathogenesis, diagnosis and therapy ; Kahl C, Hansen B et al.; Der Hautarzt (Mar 2012)
Tags: Arthritis, methotrexate, Psoriasis
Read/Add Comments

Padrão
Não categorizado

FIBROMIALGIA = FICHA TECNICA

Ficha técnica

Actualizado em sexta-feira, fevereiro 24, 2012 17:32
Ação
Fibromialgia (pronuncia-se fy-bro-meu-AL-ja) é uma desordem complexa de dor crônica que afeta um número estimado de 10 milhões de americanos. Embora ocorre principalmente em mulheres, pode atacar também homens e crianças de todas as etnias, econômica e social. Para aqueles com sintomas graves, fibromialgia (FM) pode ser extremamente debilitante e interferir com as atividades básicas diárias.

Diagnóstico :

Os critérios de diagnóstico de FM, estabelecidos pelo Colégio Americano de Reumatologia (ACR) em 1990, inclui uma história de dor generalizada em todos os quatro quadrantes do corpo por um período mínimo de três meses, e dor em pelo menos 11 do concurso 18 designado pontos quando uma quantidade especificada de pressão é aplicada.
Como as pessoas com FM tendem a olhar saudável e testes convencionais são tipicamente normal, um médico bem informados sobre o transtorno é necessário fazer um diagnóstico.
Os médicos devem afastar outras causas dos sintomas antes de fazer um diagnóstico de fibromialgia.

Sintomas :

Apesar de crônica, dor no corpo generalizada é o principal sintoma da fibromialgia, uma variedade de outros sintomas são comuns em pacientes com FM. Os sintomas incluem: fadiga moderada a grave, distúrbios do sono, problemas com o funcionamento cognitivo, IBS, dores de cabeça e enxaquecas, ansiedade e depressão, e sensibilidades ambientais.
A pesquisa tem documentado neuroendócrinos anomalias fisiológicas que podem contribuir para os sintomas.

Causas :

Pesquisas recentes têm sugerido um componente genético. O distúrbio é muitas vezes visto nas famílias, entre irmãos ou mães e seus filhos.
Fibromialgia freqüentemente ocorre após um trauma físico, como uma doença ou lesão aguda, que pode atuar como um “gatilho” para o desenvolvimento da doença.
A atenção crescente está sendo dedicada ao sistema nervoso central como o mecanismo subjacente de FM. Estudos recentes têm sugerido que pacientes com FM têm distúrbio generalizado no processamento da dor e uma resposta amplificada a estímulos que não seria normalmente ser dolorosas em indivíduos saudáveis.

Tratamento :

Uma vez que não há nenhuma cura conhecida para FM, o tratamento concentra-se em aliviar os sintomas e melhorar a função de manter uma elevada qualidade de vida.
Uma variedade de medicamentos de prescrição são freqüentemente usados ​​para reduzir os níveis de dor e melhorar o sono. Em 21 de junho de 2007, a Food and Drug Administration EUA aprovou Lyrica (pregabalina) como a primeira droga para tratar a fibromialgia. Cymbalta (duloxetina HCl) foi aprovado em junho de 2008, e Savella (milnaciprano HCl) foi aprovado em janeiro de 2009.
Terapias alternativas, como a libertação de massagem, myofasical, acupuntura, quiropraxia, suplementos de ervas e de ioga, podem ser ferramentas eficazes na gestão de sintomas da FM.
Aumentar resto, andando atividades, reduzindo o estresse, praticar relaxamento e melhorar a nutrição pode ajudar a minimizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Padrão
Não categorizado

FIBROMIALGIA= PACIENTE RECÉM DIAGNOSTICADO

Paciente recém diagnosticado,

Actualizado em terça-feira 19 julho, 2011 16:33
Ação
Robert Bennett MD

Introdução

Fibromialgia (fi-bro-meu-AL-ja) é uma condição muito comum de dor muscular generalizada e fadiga. De sete a dez milhões de americanos sofrem de fibromialgia (FM). Afecta mulheres muito mais do que os homens em uma proporção aproximada de 20:1. Ele é visto em todas as faixas etárias, desde crianças até a idade de jovens de idade, embora na maioria dos pacientes, o problema começa na casa dos 20 ou 30 anos. Estudos recentes têm mostrado que a fibromialgia ocorre em todo o mundo e não tem predisposição específica étnica.

Os sintomas da fibromialgia

Pacientes com fibromialgia têm dor no corpo muito difundido, que muitas vezes parece surgir nos músculos. Alguns pacientes com FM sentir a sua dor tem origem nas articulações. A dor que emana das articulações é chamado de artrite; extensivos estudos têm mostrado pacientes com FM não tem artrite. Embora muitos pacientes com fibromialgia têm consciência da dor quando estão descansando, é mais perceptível quando eles usam os seus músculos, principalmente durante as atividades repetitivas. Seu desconforto pode ser tão grave que pode limitar significativamente a sua capacidade de levar uma vida plena. Os pacientes podem encontrar-se incapaz de trabalhar em suas profissões escolhidas e pode ter dificuldade para realizar tarefas diárias. Como conseqüência de dores musculares, muitos pacientes com FM limitar severamente as suas actividades, incluindo rotinas de exercícios. Isso resulta em se tornarem fisicamente inapto, o que, eventualmente, faz os seus sintomas de fibromialgia pior.

Além da dor generalizada, outros sintomas comuns incluem uma percepção menor de energia, distúrbios do sono, e diferentes graus de ansiedade e depressão relacionada ao estado físico dos pacientes mudou. Além disso, certas outras condições médicas são comumente associados a fibromialgia, tais como: dores de cabeça tensionais, enxaquecas, síndrome do intestino irritável, síndrome da bexiga irritável, síndrome de tensão pré-menstrual, intolerância ao frio e síndrome das pernas inquietas. Os doentes com artrite reumatóide estalished, lúpus (LES), síndroma de Sjogren e desenvolvem-se frequentemente FM durante o curso da sua doença. A combinação de dor e vários outros sintomas, muitas vezes leva os médicos a buscar um curso extensivo de investigações, que são quase sempre normal.

Diagnosticar fibromialgia

Não há exames de sangue ou raios-X que mostram anormalidades diagnóstico de FM. Isso os médicos inicialmente levou muitos a acreditar que os problemas sofridos pelos pacientes com FM eram “tudo em suas cabeças”, ou que os pacientes com fibromialgia tinham uma forma de depressão mascarada ou hipocondria. Extensos testes psicológicos demonstraram essas impressões eram infundadas. Um diagnóstico médico de FM é baseado na tomada em uma história cuidadosa ea descoberta de áreas sensíveis em áreas específicas do músculo. Esses locais são chamados de “tender points”. Eles são macios à palpação e, muitas vezes sinto um pouco endurecido se o músculo for tocada.

O resultado a longo prazo para a fibromialgia

A dor músculo-esquelética e fadiga experimentado por pacientes com fibromialgia são problemas crônicos que tendem a ter uma depilação e intensidade diminuindo. Não há atualmente nenhuma cura geralmente aceita para esta condição. De acordo com pesquisas recentes, a maioria dos pacientes pode esperar para ter este problema ao longo da vida. No entanto, a melhoria que vale a pena pode ser obtido com um tratamento adequado. Existe muitas vezes preocupação sobre a parte de pacientes, e por vezes médicos, que FM é a fase precoce de alguma doença mais grave, tais como a esclerose múltipla, lúpus, etc Long-term follow-up de pacientes com fibromialgia tem mostrado que é muito incomum para eles desenvolverem uma outra doença reumática ou doença neurológica.

No entanto, é bastante comum para pacientes com “bem estabelecidos” doenças reumáticas, como artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome de Sjogren, de ter fibromialgia também. É importante para os médicos desses pacientes de entender que têm uma tal combinação de problemas, como terapia específica para a artrite reumatóide eo lúpus, etc, não tem qualquer efeito sobre os sintomas de FM. Pacientes com fibromialgia não fique debilitado com a condição, nem há qualquer evidência que afeta sua vida útil. No entanto, devido à variação dos níveis de dor e fadiga, há uma contração inevitável de atividades sociais, profissionais e avocational que leva a uma redução da qualidade de vida. Tal como acontece com muitas doenças crônicas, a medida em que os pacientes sucumbem aos efeitos diferentes de dor e fadiga são dependentes de vários factores, nomeadamente o seu apoio psico-social, situação financeira, experiências da infância, senso de humor e determinação para empurrar.

O tratamento da fibromialgia

O tratamento da FM é frustrante para ambos os pacientes e seus médicos. Em geral, as drogas usadas para tratar a dor musculoesquelética, tais como a aspirina, não-esteróides (por exemplo, ibuprofeno), e cortisona, não são particularmente úteis nesta situação. Como em qualquer condição de dor crônica, a educação é um componente essencial que ajuda os pacientes a entender o que pode ou não ser feito, bem como ensiná-los a se ajudarem.

É importante para o médico do paciente para descobrir se existe uma causa para distúrbios do sono. Problemas do sono incluem apnéia do sono, síndrome das pernas inquietas e ranger de dentes. Se a causa para perturbação de um paciente do sono não pode ser determinado, de baixas doses de um grupo anti-depressivos de drogas, chamado anti-depressivos tricíclicos ou curtos medicamentos que actuam de sono, tais como o zolpidem (Ambien) pode ser benéfica. Os pacientes precisam entender esses medicamentos não são viciantes quando usado em doses baixas (por exemplo, amitriptilina 10 mg à noite) e tem muito poucos efeitos colaterais. Em geral, a utilização rotineira de comprimidos para dormir, tais como Halcion, Restoril, Valium, etc, devem ser evitados, pois prejudicar a qualidade do sono profundo. Alega-se que o Ambien (zolpidem) evita esse problema.

Há evidências crescentes de que uma rotina regular de exercícios é essencial para todos os pacientes com fibromialgia. O aumento da dor e da fadiga causada pelo esforço repetitivo faz exercício físico regular bastante difícil. No entanto, aqueles pacientes que desenvolvem um exercício de melhoria experiência regime de pena e estão relutantes em desistir. Em geral, pacientes com FM deve evitar esforço impacto de carga, tais como corrida, basquete, aeróbica, caminhada, etc Regular, o uso de uma bicicleta ergométrica e piscina terapêutica utilizando um Jogger Aqua (um dispositivo de flutuação que permite ao usuário andar ou correr em a piscina enquanto permanece em pé) parecem ser as atividades mais adequadas para pacientes com FM. Supervisão de um fisioterapeuta ou fisiologista do exercício é de benefício sempre que possível. Em geral, 20 minutos de atividade física três vezes por semana a 70% da freqüência cardíaca máxima (220 menos a sua idade) é suficiente para manter um nível razoável de condicionamento aeróbio.

Drogas como a aspirina e Advil não são particularmente eficazes e raramente fazem mais do que tomar a borda fora a dor FM. Os analgésicos opióides (propoxifeno, codeína, morfina, oxicodona, metadona) pode proporcionar um alívio da dor que vale a pena em um subgrupo de pacientes gravemente afectados, mas os pacientes com fibromialgia parecem especialmente sensíveis aos efeitos colaterais dos opióides (náuseas, constipação, coceira e confusão mental) e, muitas vezes decidir contra o uso a longo prazo destas drogas. O uso de analgésicos opióides (narcóticos) na gestão da dor não maligna tem sido um tema controverso para muitos médicos, com os habituais motivos de preocupação: o vício, a supervisão do estado por juntas médicas, e desvio criminoso de drogas. No entanto, pesquisas recentes têm mostrado que a dependência raramente ocorre quando estes medicamentos são usar em estados de dor crônica. É importante entender a diferença entre vício e dependência (o que ocorre com todas essas drogas na maioria dos doentes (ver Vício / Dependência ). Dois particularmente úteis opióides fracos na gestão da dor FM são tramadol (Ultram) ea combinação de tramadol com acetaminofeno (Ultracet). Nenhum destes dois medicamentos é uma droga FDA programada (isto é, têm potencial para adição mínima).

Áreas particularmente dolorosos, muitas vezes pode ser ajudado por um tempo curto (2-3 meses) por injeções nos pontos de gatilho. Isto envolve a injeção de um ponto de partida com um anestésico local (geralmente 1% procaína) e alongamento do músculo envolvido com uma técnica chamada de pulverização e alongamento. Deve notar-se a injecção de um ponto proposta é muito doloroso (na verdade, se não é dolorosa a injecção é raramente bem sucedida). Após a injecção, há normalmente um desfasamento de dois a quatro dias antes de quaisquer efeitos benéficos são anotados. Outras técnicas que ajudam diretamente as áreas sensíveis em uma base transitória são calor, massagem, alongamento suave, acupuntura e.

Cerca de 20 por cento dos pacientes com FM ter uma depressão co-existentes ou estado de ansiedade que precisa de ser adequadamente tratadas com as doses terapêuticas de anti-depressivos ou anti-ansiedade drogas muitas vezes em conjunto com a ajuda de um psicólogo clínico ou psiquiatra. Basicamente, os pacientes que têm um problema psiquiátrico concomitante têm um duplo fardo para carregar. Eles terão mais facilidade para lidar com a FM se a condição psiquiátrica é tratada adequadamente. É importante compreender que a fibromialgia em si não é um problema de dor psicogénica, e que o tratamento de quaisquer problemas psicológicos subjacentes não cura FM.

A maioria dos pacientes FM aprender rapidamente, há certas coisas que eles fazem em uma base diária que parecem fazer o seu problema de dor pior. Essas ações geralmente envolvem o uso repetitivo dos músculos tensos ou prolongada de um músculo, como os músculos da parte superior das costas enquanto olha para uma tela de computador. Trabalho de detetive cuidadoso é necessário pelo paciente observar estas associações e, sempre que possível, para modificar ou eliminá-los. Estimulação de atividades é importante, temos recomendado que os pacientes usam um cronômetro que emite um sinal sonoro a cada 20 minutos. O que eles estão fazendo naquele momento deve ser interrompido e um minuto devem ser tomadas para fazer outra coisa. Por exemplo, se eles estão sentados, eles devem se levantar e andar por aí – ou vice-versa.

Os pacientes que estão envolvidos em ocupações manuais, muitas vezes bastante vigorosas precisam ter seu ambiente de trabalho modificado e pode precisar ser treinados novamente em um trabalho completamente diferente. Certas pessoas são tão afetadas que a consideração deve ser dada a alguma forma de assistência deficiência monetária. Esta decisão requer uma análise cuidadosa, como a deficiência geralmente provoca consequências financeiras adversas, bem como uma perda de auto-estima. Em geral, os médicos relutam em declarar pacientes com fibromialgia desativado e os candidatos mais FM são inicialmente recusado pela Administração da Segurança Social na primeira revisão. No entanto, cada paciente precisa ser avaliado numa base individual antes de qualquer recomendação a favor ou contra a invalidez são feitos.

Padrão
Não categorizado

FIBROMIALGIA/ COMPREENDENDO A DOR CRÔNICA E FIBROMIALGIA

Ciência da Fibromialgia

Actualizado em terça-feira 19 julho, 2011 16:31
Ação
Compreendendo a dor crônica e fibromialgia: uma revisão das recentes descobertas

por Robert M. Bennett MD, FRCP

Professor de Medicina, Oregon Health Sciences University

Fibromialgia tende a ser tratada, em vez de desprezo, às vezes com tons cínicos. Quando eu treinava em Londres cerca de 30 anos atrás, esse diagnóstico nunca foi mencionado, mesmo que eu treinei com um dos reumatologistas mais importantes do mundo na época. Nos Estados Unidos fibromialgia tornou-se um diagnóstico semi-respeitável dentro dos últimos 10 anos, mas mesmo assim tem alguns críticos. O problema para os médicos é que a fibromialgia não é um problema que pode ser entendido de acordo com o modelo clássico médica. Este é o modelo que é usado em toda a formação médica. Baseia-se a correlação de tecido específico patologia com sintomas característicos (por exemplo, tuberculose do pulmão causando uma tosse crónica). Eliminação do agente causador (por exemplo, o bacilo da tuberculose) curas a doença. Este modelo tem levado a avanços mais importantes na medicina que beneficiam a partir de hoje.

Eu vi mais de 5.000 pacientes com fibromialgia nos últimos 20 anos, a maioria quer ter certeza de que seus sintomas são o produto de uma “doença real” ao invés de invenções de uma imaginação fértil – comumente atribuídas ao diagnóstico psicológico, como hipocondria somatização, ou depressão. A boa notícia é que a pesquisa contemporânea é quente na pista de desvendar as mudanças que ocorrem dentro do sistema nervoso de pacientes com fibromialgia. A mensagem básica é que a fibromialgia não pode ser considerada uma doença essencialmente psicológica, mas como em muitas condições crônicas, os fatores psicológicos podem desempenhar um papel em que torna-se desativada e pode até se-regulamentar as centrais alterações do sistema nervoso que são a causa raiz do problema .

Qual é o problema?

O problema é: processamento sensorial desordenado.

Vou tentar transmitir-lhes o que queremos dizer com “processamento sensorial desordenada.” Mesmo uma compreensão superficial deste tópico vai mudar a maneira de pensar sobre o problema fibromialgia. Além disso, os avanços recentes que foram feitas no nível molecular cumprir a promessa de um tratamento mais eficaz para a dor de fibromialgia.

O que é fibromialgia?

A fibromialgia é um estado de dor crônica em que os estímulos nervosos que causam a dor se origina principalmente no músculo. Daí a dor maior no movimento e do agravamento da fibromialgia pelo esforço extenuante.

A dor é uma experiência universal que serve a função vital de provocar evasão. Alguns indivíduos infelizes têm uma ausência congênita da sensação de dor, eles não se saíram bem devido a repetidos insultos corporais que passam despercebidos. Como médico, vejo pacientes com deficiência adquirida na sensação de dor (por exemplo, neuropatia diabética ou neurosífilis) que desenvolvem uma artrite grave destrutivo – resultado de repetidas pequenas lesões articulares que são negligenciados. Assim a sensação de dor é uma parte necessária do ser humano. Sensação de dor é um fato da vida. Mesmo ameba primitivo se evitar a ação em face de eventos adversos. Em tais formas de vida primitiva, evitação dor é a acção puramente reflexo, uma vez que não tem a complexidade de um cérebro altamente desenvolvida para sentir a dor no sentido de que os seres humanos: (1) A reacção evitação inconsciente reflexo que é tão rápida que ocorre antes da sensibilização real da sensação de dor (como em todas as formas de vida), (2) a experiência real da sensação de dor (que só pode ocorrer em organismos altamente complexas). Este é um ponto importante, uma vez que implica que as diferentes partes do cérebro estão envolvidas nestas duas consequências da reacção dor.

Ao longo dos últimos anos uma série de descobertas importantes trabalhos de investigação começaram a esclarecer o enigma da dor crônica. Muitas dessas novas descobertas têm uma relevância especial para a dor crônica da fibromialgia. O sintoma cardinal de FM é a dor corporal generalizada. O achado cardinal é a presença de áreas focais de hiperalgesia, os pontos do concurso. Os pontos sensíveis implica que o paciente tem uma área local de limiar de dor reduzida, o que sugere uma patologia periférica. Em geral, os pontos sensíveis ocorrem nas junções músculo, tendão de um site onde as forças mecânicas são mais susceptíveis de causar micro-lesões. Muitos – mas não todos – pacientes com FM têm a pele macia e uma redução global no limiar de dor. Estas últimas observações sugerem que alguns pacientes com FM têm um estado de amplificação generalizada dor. Tem havido uma pletora recente de apposite estudos experimentais para a base fisiopatológica de ambos os aspectos periférico e central da dor.

A base fisiopatológica para a dor crônica

A Associação Internacional para o Estudo da Dor (ASP) define dor como se segue: “A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tecidual real ou potencial ou descrita em termos de tal dano.” Esta definição explicitamente afirma que a dor tem tanto um sensorial e um componente afectivo-avaliativa, e, além disso, admite que pode ocorrer na ausência de visceral óbvio ou patologia periférica. Para entender completamente a dor crônica, deve-se integrar os elementos sensoriais e afetivos / avaliativa da experiência dolorosa. É igualmente equivocada de focar os aspectos psicológicos da dor, como é para tratar apenas o componente sensorial e ignorar as dimensões afetivas. No entanto, por uma questão de clareza, cada um destes dois elementos constitutivos serão considerados separadamente.

O componente sensitivo

A dor é geralmente encarada como uma cascata de impulsos que se origina de nocioceptors em tecidos somáticos ou visceral. Os impulsos viajam em nervos periféricos com uma sinapse em primeiro lugar no corno dorsal e uma segunda sinapse no tálamo, e terminam no córtex cerebral e outras estruturas supra-espinhal.

Isso resulta em uma experiência de dor e ativação de comportamentos reflexos e, mais tarde reflexivo. Esses comportamentos reflexos e reflexiva visam eliminar a dor ainda. A expectativa é que esta dor nocioceptor orientada será abolida com sucesso, permitindo a cura e um retorno a um estado livre de dor. O problema com a dor crônica é que a relação linear entre nocioception e experiência de dor é inadequado ou até mesmo ausente, ea esperada recuperação não ocorre.

É um equívoco comum de ver o sistema nervoso como “hard-wired”, ou seja, a estimulação de uma terminação nervosa (digamos uma picada de agulha) produz sempre a mesma resposta comportamental e afetivo. Este conceito implica que a mesma intensidade de estímulo da dor será sempre eliciar o mesmo grau de estimulação do nervo e, consequentemente, a mesma experiência subjectiva da dor. Compreende-se agora que o conceito está errado. Cerca de 30 anos atrás, Melzeck e Wall propuseram que a dor é uma integração complexa de estímulos nocivos, traços afetivos, e fatores cognitivos. Em outras palavras, os aspectos emocionais de ter um estado de dor crônica e um de racionalização do problema pode tanto influenciar a experiência final de dor. Mendell e Wall forneceu a primeira evidência experimental de que o sistema nervoso não era hard-wired em 1965. Eles observaram que uma estimulação repetitiva de um nervo periférico, a uma intensidade suficiente para activar as fibras C, resultou um aumento progressivo da amplitude da resposta eléctrica registadas nas segunda ordem neurónios do corno dorsal. Se o sistema tinha sido hard-wired, cada estímulo teria provocado a mesma resposta no neurônio de segunda ordem. Eles denominaram este fenômeno “wind-up”. Sabe-se agora que o fenômeno de wind up é crucial para a compreensão do problema da dor crônica através do mecanismo de “sensibilização central”.

A sensibilização central refere-se a uma activação aumentada de neurónios de segunda ordem na medula espinal, resultante de ferimento ou inflamação induzida por activação de nocioceptors periféricos. Entrada sensorial do músculo, em oposição à pele, é um efector muito mais potente da sensibilização central. Esta pode ser a pista para o papel de dores musculares em todo o espectro da fibromialgia. Um exemplo comum de sensibilização central é neuralgia pós-herpética. Lesão anterior a um nervo periférico conduz a uma amplificação de impulsos tanto nocioceptive e não-nocioceptive. O mecanismo responsável pela percepção anormal de não-nocioceptive impulsos em neuralgia pós-herpética é uma excitação aumentada de neurónios de segunda ordem nocioceptive no corno dorsal da medula espinal. Um exemplo especial de dor central ocorre quando existe uma patologia dentro do sistema nervoso central. Isto ocorre em um acidente vascular cerebral talâmico – dor severa unilateral, muitas vezes acompanhada por emoções fortes, que ocorre na ausência de qualquer entrada nocioceptive.

Existem duas formas de neurônios de segunda ordem da coluna vertebral envolvido na sensibilização central. (1) Nocioceptive – neurônios específicos – respondem apenas a estímulos nocioceptive, e (2) as células de faixa dinâmica – responder a ambas as nocioceptive e não nocioceptive estímulos aferentes. Ambos podem ser sensibilizados por estímulos nocioceptive levando a senitization central, mas os neurônios gama-gama dinâmica são geralmente mais intensamente do que sensibilizados nocioceptive específicos de neurônios. Nocioceptive e não nocioceptive nervos periféricos, muitas vezes convergem para o neurônio mesma faixa dinâmica ampla (ver figura). Uma vez sensibilizado pelo curso impulsos nocioceptive de nervos periféricos, os neurônios gama-gama dinâmica irá responder a estímulos não-nocioceptive tão intensamente como fizeram antes de sensibilização. Isso resulta em sensibilizações como um leve toque para ser experimentado como dor (ou seja, alodinia). Sensibilização dos neurônios gama-gama dinâmica de estímulos de dor anteriores fornece a base fisiopatológica para a dor nonnocioceptive.

Há evidências de que a actividade emergente aferente a partir de órgãos tendinosos de Golgi e fusos músculo pode ser convertida em sinais de dor sob a influência de sensibilização central. Por exemplo, alguns pacientes com AVC e lesões da medula espinhal desenvolver dor no movimento. Benc propôs a “alodinia proprioceptiva” para descrever este fenômeno. Ele descreve tais pessoas como “apesar de não sentir dor em repouso, eles desenvolvem queima excruciante e formigamento, muitas vezes, difícil de descrever, que só aparecem quando se tenta segurar um objeto, mover um membro, em pé ou caminhar.” Assim, a atividade muscular todos os dias pode causar dor e prejudicar a função em alguns indivíduos com sensibilização central. No nível fisiológico, dor em movimento implica que aferentes proprioceptivos estão projetando em segunda ordem wide-dynamic-range neurônios espinhais que foram sensibilizados pela atividade nocioceptive anterior. Assim, o sistema nervoso central de sujeitos que sofrem de dores em curso (por exemplo, artrite) ou tiveram experiências anteriores (por exemplo, dor dor pós ferimento) podem ser permanentemente alterado devido a alterações que podem agora ser compreendidas nos níveis fisiológicos moleculares e estrutural. Em nível clínico, isto é visto como dor persistente em pacientes sobreviventes de doença grave que experimentaram altos níveis de dor durante a internação dor persistente após a cirurgia de mama, ou a ocorrência de fibromialgia após acidentes automobilísticos. A razão pela qual o fenômeno de sensibilização central ocorre apenas em uma minoria de indivíduos não é conhecido atualmente. A um nível molecular, existem muitos estudos que demonstram a importância do papel de aminoácidos excitatórios, tais como o glutamato e os neuropeptídeos como a substância P na geração de sensibilização central. Substância P e CRGP são neurotransmissores importantes na redução do limiar de excitabilidade sináptica, que permite que o desmascaramento do normalmente silenciosos sinapses interespinhosos e à sensibilização de neurónios de segunda ordem da coluna vertebral. Substância P, ao contrário dos aminoácidos excitatórios, pode difundir longas distâncias na medula espinhal e sensibilizar neurônios do corno dorsal em segmentos da coluna acima e abaixo do segmento de entrada – com a conseqüente geração de sinal de dor de não nocioceptive atividade aferente. Clinicamente isto levará a uma expansão de campos receptivos; por exemplo, a propagação da dor a partir de áreas não lesadas após um acidente automobilístico.

O componente psicológico

Foi visto na secção anterior de que a dor crónica pode ocorrer na ausência de danos nos tecidos em curso – este é um exemplo do componente sensorial da dor. Também foi observado que um componente da dor é um comportamento de evitação reflexo que pode ocorrer antes da apreciação consciente da dor. Em termos de fisiologia cerebral isso implica que as partes mais primitivas do cérebro contêm núcleos discreto várias (por exemplo, o tálamo, cíngulo do hipocampo giro, amygdyala, e locus coeruleus) que interagem para formar uma unidade funcional chamada de sistema límbico. Esta é a parte do cérebro que subserves muitos fenômenos de reflexo, incluindo a associação de estímulos sensoriais com estados de humor específicos (por exemplo, prazer, medo, aversão, etc.) Estes fatos constituem a base fisiológica para considerar o aspecto emocional da dor. Curiosamente, a estimulação elétrica do cérebro durante o procedimento neurocirúrgico não induz sensações de dor em dor-livres assuntos. No entanto, em pacientes com dor do passado que muitas vezes desperta experiências anteriores de dor. Supõe-se que a estimulação tal re-ativa circuitos da dor corticais e subcorticais que antes eram latentes. Não se sabe se existe uma única estrutura cortical que subserves memória da dor. Actualmente, parece que diferentes estruturas corticais e subcorticais estão envolvidos na experiência da dor. Por exemplo, a remoção do córtex somatossensorial não suprimir a dor crónica, mas excisão de lesões do córtex do cíngulo anterior reduz o desconforto da dor. O córtex do cíngulo anterior está envolvido na integração de afectar a cognição e aspectos motores de resposta de dor e exibem actividade aumentada em estudos de PET de pacientes com dor. Outras estruturas envolvidas no processamento da dor cortical incluem o córtex pré-frontal (ativação de estratégias de evitação, desvio de atenção e inibição motora), a amígdala (significado emocional e ativação de hipervigilância) e locus ceruleus (ativação da “luta ou fuga” resposta ).

Todas estas estruturas estão relacionadas com o tálamo medial, enquanto que o tálamo lateral é ligado ao córtex somatossensorial (localização da dor). Um exemplo da ativação do sistema límbico é a hipervigilância que acompanha muitos estados de dor crônica, incluindo fibromialgia.

O componente emocional da dor é multifatorial e inclui experiências passadas, fatores genéticos, generais estado de saúde, a presença de depressão e outros diagnósticos psicológicos, mecanismos de enfrentamento e crenças e medos que cercam o diagnóstico da dor. Importante, pensamentos, bem como outras sensações podem influenciar a entrada sensorial dor de consciência, bem como a coloração emocional da sensação de dor. O prazo dado para esta modulação de impulsos da dor é a “teoria do controle do portão da dor.” Assim, os pensamentos (crenças, medos, depressão, ansiedade, raiva, impotência, etc), bem como as sensações geradas perifericamente, pode tanto amortecer ou amplificar a dor. De fato, em muitas condições de dor crônica (que não têm qualquer terapia eficaz para o componente sensorial / dor), uma redução da dor e do sofrimento resultante só pode ser afetada pela modulação dos aspectos psicológicos da dor. Como a contribuição psicológica à dor varia enormemente de paciente para paciente, esta abordagem tem que ser individualizada. No entanto, existem alguns princípios gerais que são dignos de nota. Há conseqüências importantes de se ter uma dor que não vai embora (como é a experiência esperada para mais dor na maioria das pessoas). A realização inquietante que o problema pode muito bem ser ao longo da vida gera um variado mix de emoções e comportamentos que muitas vezes são contraproducentes para lidar com um problema crônico. Muitas dessas mudanças (que são em parte reflexo de origem) seria adequado para lidar com eventos agudos de auto-cura da dor, mas tornam-se um passivo quando se lida com a dor crônica. O resultado final da dor crônica é muitas vezes a doença depressiva, discórdia conjugal, dificuldades profissionais, dependência química, retraimento social, distúrbios do sono, aumento da fadiga, crenças inadequadas, e uma alteração radical em sua personalidade anterior. Diferentes graus de incapacidade funcional é um acompanhamento comum dos estados de dor crônica. As razões para a disfunção são múltiplas e variam de indivíduo para indivíduo. A dor muitas vezes monopoliza atenção (causando a falta de foco na tarefa em mãos). É geralmente associada com o sono ruim (causando fadiga emocional). Os movimentos podem agravar a dor (causando uma certa relutância em se envolver em atividade). Medo de atividade muitas vezes leva à falta de condicionamento (que predispõe a lesões do tendão do músculo e resistência e reduzida). A dor provoca estresse, que pode resultar em ansiedade, depressão e comportamento inadequado (causando incapacidade devido ao sofrimento psicológico secundário). A era moderna da imagem psicológica é proporcionar um quadro novo e importante para a compreensão destes “emocional” respostas.

Padrão
Não categorizado

FIBROMIALGIA/ PROGNOSTICO DE CURA.

Prognóstico

Actualizado em terça-feira 19 julho, 2011 16:30
Ação
Enquanto não há atualmente nenhuma cura para a fibromialgia, melhores formas de diagnosticar e tratar a desordem de dor crônica continuarão a ser desenvolvidos. Desde junho de 2007, a Food and Drug Administration EUA aprovou três medicamentos para o tratamento da fibromialgia e outras medicações FM estão atualmente em desenvolvimento. Os esforços de pesquisa têm se expandido também. Em 1990 havia cerca de 200 trabalhos de pesquisa publicados sobre estudos de fibromialgia. Hoje, existem mais de 4.000 relatórios publicados.

Embora avanços tenham sido feito muitos na última década, a fibromialgia permanece uma condição difícil. No entanto, estudos clínicos têm demonstrado que pacientes com fibromialgia podem reduzir seus sintomas através de uma variedade de opções de tratamento. Trabalhando em conjunto com profissionais de saúde experientes, motivados e informados pacientes podem experimentar melhora significativa em seus sintomas e qualidade de vida. Desenvolver um plano de autogestão individualizar, desde a identificação de tratamentos efetivos se aproxima para fazer mudanças de estilo de vida necessárias, vai melhorar ainda mais a saúde.

Padrão