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Artrite Reumatoide = “vamos caminhar juntos”

 ”Vamos ANDAR juntos”

ANDAR pode ser muito mais do que uma acção a que todos estamos habituados e que, por talvez nos ser tão próxima, até nos leva a esquecer que é básica e crucial para uma vida sã e independente.

“Vamos ANDAR juntos” leva a pensar que se trata de um mero lema de uma qualquer associação por aí perdida, mas, na verdade, existe para evitar o isolamento e a solidão na doença. Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide é o seu único significado e o objectivo principal passa antes de mais por um maior acompanhamento das vítimas desta doença, as quais, desde há cerca de cinco anos, passaram a ver os seus interesses melhor protegidos.

Destina-se, como se adivinha facilmente, a todos os doentes mas também aos seus familiares e demais, que se identifiquem, de algum modo, com os objectivos da instituição. É claro que a principal preocupação que esteve na base da criação da ANDAR foi precisamente facultar um apoio médico mais imediato e eficaz a todo o paciente mas, quem passa a conhecer a Associação, fica com uma ideia mais ampla dos seus fins.

Encontros entre doentes; realização de programas e acções de informação; colaboração com outros serviços nacionais e estrangeiros para intercâmbio de conhecimento; e promoção de edições sobre o tema da artrite servem para se falar um pouco de tudo o que atormenta este grupo de pessoas, mas também do que as faz esquecer todos os problemas que enfrentam no dia-a-dia.

Mas há mais. Recentemente, aquando do Congresso Anual da EULAR (European League Against Rheumatism) lançou-se um manifesto europeu que tem por base alguns princípios, a saber:

– Consciencializar o público para o impacto das doenças reumáticas;

– dar apoio aos doentes através do financiamento de programas que ajudem a definir as suas capacidades e a realçar a sua qualidade de vida;

– reconhecer e desenvolver associações nacionais e internacionais;

– publicar legislação e regulamentação que assegure igualdade de oportunidades, acesso aos transportes públicos e o fim das barreiras arquitectónicas;

– promover programas de educação e de treino acessíveis para que a aprendizagem ao longo da vida permita poderem desenvolver uma actividade profissional (e mobilidade a este nível) como cidadãos plenos.

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Artrite Reumatoide

Embora a artrite reumatóide não tenha cura e seja crónica, é importante não dramatizar. É bem possível que, bem tratada, a artrite reumatóide propicie aos doentes, na grande maioria mulheres, uma vida válida e feliz.

artrite reumatóide (A.R.) faz parte do grupo das doenças reumáticas que englobam ainda as degenerativas, metabólicas, regionais e musculares e que atingem o aparelho locomotor, designadamente os ossos, as articulações, os músculos e os tendões. No caso da artrite reumatóide, a doença reumática mais relevante é a membrana sinovial que é atingida, segregando anormalmente um líquido, que se acumula dentro da articulação, ficando inchada e dolorosa. Com o passar do tempo, e se não houver terapêutica adequada, pode conduzir a deformações mais ou menos graves. Mas o primordial é não baixar a cabeça e não deixar de ter esperança.

Em Portugal estima-se que haja cem mil casos e que sejam as mulheres as mais afectadas. Embora se pense com grande dose de certeza que pode atingir todas as idades, é mais frequente que se verifique entre os 30 e os 40 anos. É por isso que já se vai assistindo a alguns cuidados no que toca às crianças porque, apesar de ser caso raro, pode atingi-las. Daí a existência da ANDAI (Associação Nacional de Doentes com Artrite Infantil), sensibilizada para os problemas concernentes às camadas mais jovens.

É difícil conceber a ideia de que seja impossível prevenir o aparecimento desta doença inflamatória crónica, mas o que é facto é que as causas são desconhecidas, não se sabe qual é o agente agressor nem se este é interno ou externo. Contudo, pode adiantar-se que a artrite reumatóide não é uma doença infecciosa, contagiosa, cancerosa ou hereditária e que não é provocada por alterações climatéricas, nem por deficiências alimentares em vitaminas, açúcares, ácidos ou gorduras, pelo que é desajustado acreditar em dietas especiais. Também se afastam os factores psicológicos como os originadores da doença mas é claro que o seu surgimento pode coincidir com um traumatismo dessa índole.

Reside, pois, um grande mistério acerca da sua causa e são numerosos os estudos de investigação já em curso. Um melhor conhecimento dos processos da inflamação sinovial, que não surgem exclusivamente na articulação (podendo afectar outros órgãos como o coração, os rins, os pulmões, a pele ou mesmo o sistema nervoso), permitem, pelo menos, avançar com tratamentos eficazes, nomeadamente, o acompanhamento medicamentoso ao nível da cortisona, a terapêutica de fundo e a cirurgia.

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VIDA NORMAL MESMO COM ARTRITE PSORIÁSICA

Última atualização: 16/09/2011

Por Daya Lima
Equipe Reumatoguia
Ao contrário do que muita gente acha, artrite psoriásica (AP) é uma das doenças reumatológicas que mais responde ao tratamento. E, de acordo com Percival Sampaio Barros, reumatologista da Sociedade Brasileira de Reumatologia, quem tem AP pode ter uma excelente qualidade de vida, basta aderir ao tratamento. Para saber mais da doença que atinge entre 5% e 20% das pessoas que têm psoríase (doença que acomete a pele), convidamos o médico para uma entrevista.
Reumatoguia – Qual é a relação de psoríase com artrite psoriásica?
Dr. Percival Sampaio Barros – Por ser tratar de uma doença autoimune e, com isso, deixar o sistema imunológico do paciente comprometido, a psoríase pode desencadear muitas outras doenças, dentre elas, a artrite psoriásica, que faz parte do grupo das espondiloartrites (doenças que, em geral, são marcadas pelo fator reumatoide negativo, inflamação dos tendões, marcador genético semelhante). Ela é, basicamente, a inflamação das articulações causada pela psoríase.
Reumatoguia – Todo mundo que tem psoríase terá AP?
Dr. Percival – Não é uma regra, mas as estatísticas mostram que 5% a 20% dos pacientes com psoríase têm artrite psoriásica. Lembrando que a psoríase atinge de 1% a 2% da população em geral, ou seja, é um número significativo.
Reumatoguia – A artrite psoriásica é mais comum em homem ou em mulher?
Dr. Percival – Não há uma prevalência de gênero, mas o que temos visto é que no homem, por exemplo, a artrite psoriásica acomete mais a coluna. Nas mulheres, a inflamação fica nas partes periféricas, ou seja, braços, pernas.
Reumatoguia – E como é feito o diagnóstico de AP?
Dr. Percival – Basicamente clínico. Se a pessoa já tem psoríase e apresenta alguns sintomas já clássicos de artrite psoriásica, não tem erro. Alguns exames laboratoriais são feitos, mas, só para saber o grau da doença. Entretanto, vale lembrar que existem casos, raros, de artrite psoriásica que não são oriundas da psoríase. Nesses casos, o diagnóstico é mais complicado, porém, possível.
Reumatoguia – Quais são os sintomas que fazem os pacientes correrem para o reumatologista?
Dr. Percival – Ter psoríase, dor e inchaço nas articulações. Apresentando esses fatores, deve logo procurar um reumatologista.
Reumatoguia – Tal como outras doenças reumáticas, se diagnosticada precocemente, a AP não atrapalha a vida do paciente?
Dr. Percival – Exatamente. Quanto antes o diagnóstico melhor. Dessa forma, as deformidades serão pequenas. Felizmente, os pacientes com AP têm chegado cedo ao reumatologista.
Reumatoguia – E o tratamento, é muito diferente do feito em outras doenças reumáticas?
Dr. Percival – De um modo geral não. Os biológicos, usados em muitas patologias reumáticas, têm mostrado excelentes resultados para AP. O que mais difere, por exemplo, é o uso do corticóide. Apesar de ele ser muito administrado para algumas doenças reumáticas, não é comum para artrite psoriásica.
Reumatoguia – A multidisciplinaridade no tratamento também é bem vinda?
Dr. Percival – Sempre. Trabalhamos em parceria com dermatologias, fisioterapeutas, psicólogos. Todos para deixar o paciente com a qualidade de vida em alta.
Reumatoguia – Então, é possível o paciente ter boa qualidade de vida?
Dr. Percival – Sem dúvida. Se o paciente for parceiro do médico, ou seja, aderir ao tratamento e praticar atividade física (fora das crises), ter uma alimentação saudável, freqüentar o dermatologista e o reumatologista regularmente, não tem porque ser diferente. Hoje, não tem desculpa. Há remédios e formas de a doença não atrapalhar a vida do paciente, basta ele querer.
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TOXOPLASMOSE NA GRAVIDEZ / TOXOPLASMOSE CONGENITA

TOXOPLASMOSE NA GRAVIDEZ | TOXOPLASMOSE CONGÊNITA


toxoplasmose é uma infecção causada pelo parasita Toxoplasma gondii. É uma doença que costuma passar despercebida em pessoas sadias, mas é muito grave em pacientes imunossuprimidos e nas grávidas. Este texto vai abordar a toxoplasmose nas gestantes e no recém-nascido.

Para um entendimento mais amplo do assunto, sugiro antes a leitura do texto sobre toxoplasmose em pacientes sadios e imunodeprimidos: TOXOPLASMOSE | Sintomas, IgG e tratamento, onde explicamos em detalhes como é feita a transmissão do parasita e quais os seus sintomas. Alguns dos conhecimentos fornecidos são importantes para este texto.

Antes de abordamos a toxoplasmose na gravidez, vale a pena uma revisão de como é feito o diagnóstico sorológico da doença.
Diagnóstico da toxoplasmose no pré-natal: IgM e IgG

Durante o pré-natal, o obstetra solicita algumas sorologias para avaliar o estado imunológico da gestante. Cinco infecções são de elevada importância na gravidez devido ao risco de transmissão para o feto:

– Toxoplasmose
– Sífilis (leia: SÍFILIS | SINTOMAS E TRATAMENTO)
– Rubéola (leia: RUBÉOLA | SINTOMAS E VACINA)
– Citomegalovirose
– Herpes Simples (leia: HERPES LABIAL | HERPES GENITAL)

O grande risco para o feto ocorre quando uma mãe sem anticorpos para a toxoplasmose adquire a doença durante a gestação. Para saber quais são as mulheres susceptíveis à infecção durante a gravidez, solicitamos em todo pré-natal uma sorologia para toxoplasmose.

A sorologia é basicamente uma dosagem de anticorpos específicos. Uma sorologia para toxoplasmose é aquela que pesquisa anticorpos contra o Toxoplasma gondii, parasita que causa a doença. O raciocínio é o seguinte: o nosso corpo só cria anticorpos contra um determinado agente infeccioso se formos expostos ao mesmo. Portanto, ter anticorpos contra toxoplasmose significa já ter sido contaminado pelo parasita.

Para resumir um processo extremamente complexo, podemos dizer que nosso corpo trabalha basicamente com dois anticorpos chamados de IgM (imunoglobulina M) e IgG (imunoglobulina G).

Assim que um germe novo entra em nosso corpo, nosso sistema imune começa a produzir o anticorpo IgM, que é chamado de anticorpo de fase aguda. O IgM é um anticorpo menos específico, mas que consegue ser produzido em poucos dias. Na toxoplasmose é possível identificar IgM circulante 5 a 7 dias após a contaminação.

Depois de mais ou menos 4 semanas, quando o nosso sistema imune já conheceu bem o agente invasor, o corpo substitui o anticorpo IgM pelo anticorpo IgG, que é mais forte e mais específico contra a toxoplasmose. Portanto, depois de 4 semanas, o paciente deixa de ter IgM positivo e passa a ter apenas IgG positivo para toxoplasmose. Esta IgG para toxoplasmose ficará positiva pelo resto da vida e impedirá que o parasita se multiplique dentro do nosso corpo.

Resumindo, um paciente com toxoplasmose aguda tem IgM positivo, enquanto que um paciente que possui o parasita inativo no corpo apresentará IgG positivo. Quem nunca foi exposto ao toxoplasma tem IgM e IgG negativos.

Como a toxoplasmose não causa doença em 90% das pessoas, o único modo de saber se o paciente já foi exposto ao toxoplasma é através da dosagem do IgG para toxoplasmose.

Toxoplasmose na gravidez

É importante frisar que o problema não está naquelas mães que adquiriram toxoplasmose anos antes de estarem grávidas. As mulheres que já apresentavam IgG positivo para toxoplasmose antes de estarem grávidas, não correm risco de transmiti-la para seus fetos. Como já foi dito antes, nestes casos, o toxoplasma encontra-se adormecido nos tecidos musculares e o sistema imune da mãe se encarrega de mantê-lo longe do feto. A única exceção ocorre em casos de imunossupressão da mãe, como nas gestantes com SIDA (AIDS). Nestes casos, o toxoplasma adquirido anos antes pode voltar a ativa e infectar o feto.

O risco está naquelas mães que nunca tiveram contato prévio com o toxoplasma, possuindo sorologia negativa, ou seja, IgM e IgG negativos para toxoplasmose. Estas são as gestantes sob risco, pois a toxoplasmose congênita ocorre quando mulheres adquirem o parasita durante a gravidez.

Portanto, se durante o exame pré-natal a futura mãe já tiver um IgG positivo para toxoplasmose, ela pode ficar tranquila, pois não corre risco de passar a doença para o feto. Se, entretanto, ficar constatado que a mãe é IgG negativo, alguns cuidados devem ser tomados, pois a contaminação durante a gestação é muito perigosa para o feto:

– Evitar consumir carnes mal passadas, principalmente de porco.
– Lavar bem as frutas e vegetais antes de comê-los
– Lavar bem facas e pratos que tiveram contato com carne crua.
– Congelar a carne por uma semana antes de consumi-la ajuda a matar os parasitas.
– Não consuma carne de procedência não confiável.
– Evite beber água não engarrafada
– Não pratique jardinagem
– Evitar contato prolongado com gatos

Mas eu sou uma gestante com IgG negativo e tenho um gato de estimação. Preciso me livrar dele?

Não, não precisa. Mas alguns cuidados devem ser tomados:

– Leve-o ao veterinário para saber seu estado imunológico
– Peça alguém para limpar diariamente a caixinha de areia com fezes do gato
– Alimente-o apenas com rações; nunca com carne crua.
– Evite deixar o gato sair de casa para que ele não corra o risco de contrair o parasita
– Evite insetos em casa, principalmente moscas e baratas, que podem carrear o parasita e serem comidos pelo gato.

Se o seu gato é bem cuidado, alimenta-se corretamente e não costuma andar livremente pela rua, a chance dele ter toxoplasmose é muito pequena.

Quando as grávidas tomam os devidos cuidados, a taxa de contaminação é baixa. Atualmente menos de 8 em cada 1000 gestantes com sorologia negativa para toxoplasmose acabam por se infectar durante a gravidez.

Toxoplasmose congênita

Como já explicado antes, a toxoplasmose congênita ocorre quando mães com sorologia negativa para toxoplasmose entram em contato com o parasita durante a gravidez.

Mulheres que pretendem engravidar mas que acabaram de se contaminar com a toxoplasmose devem respeitar um intervalo mínimo de 6 meses entre a cura e a gravidez para não haver risco de transmissão do parasita para o feto.

Assim como ocorre nos pacientes não gestantes, a toxoplasmose também costuma ser assintomática nas grávidas. Por isso, gestantes com IgG para toxoplasmose negativa no primeiro pré-natal devem realizar sorologias seriadas durante toda a gravidez a fim de detectar uma possível contaminação precocemente.

Quanto maior a idade gestacional, maior o risco de transmissão. Toxoplasmose adquirida na 13ª semana, 26ªsemana e na 36ª semana apresentam, respectivamente, um risco de 15%, 44% e 71%  de transmissão para o feto.

Sintomas da toxoplasmose congênita

A maioria dos recém-nascidos com toxoplasmoses são assintomáticos imediatamente ao nascer. Menos de 30% já nascem com sintomas da toxoplasmose congênita como coriorretinite (para ler sobre lesões oculares da toxoplasmose com mais detalhes, visite o texto: Toxoplasmose Ocular do blog http://www.medicodeolhos.com.br/), calcificações intracranianas, hidrocefalia (acúmulo de líquido cefalorraquidiano no interior do crânio), lesões dermatológicas e linfadenopatia generalizada (linfonodos aumentados por todo o corpo).

Toxoplasmose congênita - Hidrocefalia
Hidrocefalia – Toxoplasmose congênita
Clique para ampliar (atenção: a foto acima pode ser considerada chocante para algumas pessoas.).

Aqueles que nascem sem sintomas, porém, se não tratados, apresentam elevado risco de desenvolvê-los posteriormente. Além de lesões oculares graves, estas crianças podem apresentar surdez, atraso do desenvolvimento mental e epilepsia (leia: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA). Casos mais graves podem evoluir para o óbito.

Como prevenir a toxoplasmose congênita?

Mães que desenvolvam toxoplasmose durante a gravidez, independente da idade gestacional, devem ser tratadas com um coquetel de antibióticos composto por Pirimetamina, Sulfadiazina e Espiramicina.

Se a despeito do tratamento, a criança nascer com toxoplasmose, sintomática ou não, esta também deve ser tratada com o esquema Pirimetamina + Sulfadiazina. 

Leia o texto original no site MD.Saúde: TOXOPLASMOSE NA GRAVIDEZ | TOXOPLASMOSE CONGÊNITA http://www.mdsaude.com/2010/08/toxoplasmose-gravidez-toxoplasmose.html#ixzz1cN3AhuM6

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COMO SE PEGA AIDS = É SEMPRE BOM ESTAR ALERTA

COMO SE PEGA AIDS


AIDS (SIDA em português) é uma doença infecciosa transmitida por um vírus chamado HIV. Para se ter AIDS é preciso estar contaminado com o vírus HIV; não existe AIDS sem a presença do vírus.

Este texto é um complemento do texto: TRANSMISSÃO DO HIV | Como se pega AIDS? Selecionamos as dúvidas mais frequentes que surgiram em nossa seção de comentários em relação a transmissão e contaminação pelo vírus HIV.

Para se informar mais sobre HIV/AIDS sugerimos também a leitura dos nossos outros textos sobre o assunto:
– SINTOMAS DO HIV E AIDS
– TESTE PARA HIV | Sorologia para HIV
– SARCOMA DE KAPOSI | Sintomas da AIDS
– AIDS e HIV | FOTOS
– CAMISINHA | Tudo o que você precisa saber

1) Quais são as vias mais comuns de transmissão do HIV?

– Sexo desprotegido com pessoas contaminadas
– Transfusão de sangue contaminado
– Partilha de agulhas contaminadas
– Transmissão da mãe para o feto na gravidez

2)  Eu posso pegar AIDS fazendo sexo com uma pessoa não contaminada?

Não. Esta questão ainda é motivo de dúvida para muitas pessoas. Não se pega o vírus HIV de pessoas que não têm o vírus HIV. Se o seu parceiro(a) não está contaminado(a), não há risco de transmissão. O ato sexual não “cria” o HIV. Do mesmo modo que não se pega sarampo de quem não tem sarampo, não se pega o vírus HIV de quem não tem o vírus HIV.

3) É possível ter relações desprotegidas com uma pessoa portadora HIV e não se contaminar?

Sim. A transmissão não ocorre em 100% dos casos. Na verdade, na maioria das vezes são necessárias mais de uma relação desprotegida para haver a transmissão.

4) É verdade que mulher não transmite HIV para o homem?

Não. Isto é um mito que provavelmente surgiu pelo fato do risco de transmissão da mulher para o homem ser menor do que do homem para mulher. Portanto, é possível que homens se contaminem com HIV tendo relações desprotegidas com mulheres

HIV5) A camisinha protege 100% contra o HIV?

Não. A proteção da camisinha para o HIV é de aproximadamente 95%. Este dado merece dois comentários:
– Se o seu parceiro(a) é sabidamente portador(a) do vírus HIV, existe uma pequena chance de contaminação através do sexo com preservativo, principalmente se as relações sexuais forem frequentes.
– Como o risco de transmissão através de uma única relação sexual é baixo, o uso da camisinha faz com que este risco seja praticamente zero. Portanto, o uso de camisinha em sexo casual praticamente garante que não haverá transmissão do vírus.

6) Se o parceiro não ejacular dentro da vagina ou do ânus, ainda assim há risco de transmissão do HIV?

Sim. Não é preciso ejaculação para haver transmissão do HIV

7) Qual a via sexual que traz mais riscos? 

O sexo anal é tipo de sexo com maior risco de transmissão do HIV

8) O que traz mais riscos, sexo anal passivo ou sexo anal ativo?

O sexo passivo, tanto na via vaginal quanto anal, traz maior risco de contaminação. Isto não significa que o parceiro ativo também não corra riscos.

9) Sexo oral transmite HIV?

Sim. Como há HIV nas secreções da vagina e do pênis, o parceiro(a) que colocar a boca em contato com o pênis ou a vagina pode se contaminar.

Como a saliva não contém HIV em quantidades significativas, receber o sexo oral, ou seja, ter o pênis ou a vagina em contato com a boca de outros não costuma trazer riscos. Estima-se que a chance de contaminação ao receber sexo oral seja de apenas 0,005%.

10) Beijo transmite AIDS?

Não. Não existe concentrações suficientes de HIV na saliva para transmissão através do beijo.

11) Mas se eu beijar um HIV positivo que esteja com a boca sangrando?

Neste caso existe um pequeno risco de transmissão, mas é preciso que seja um sangramento visível. Existe apenas 1 caso conhecido no mundo inteiro de transmissão do HIV deste modo.

12) Se o parceiro tiver uma afta, existe risco de transmissão do HIV pelo beijo?

Se não houver sangramento, não.

13) Sexo entre mulheres transmite o HIV?

Sim, apesar do risco ser bem menor do que com o sexo heterossexual ou homossexual entre homens.

14) Existe risco de transmissão do HIV através da penetração anal ou vaginal com os dedos?

Muitíssimo baixo. Se o dedo tiver cortes ou feridas é possível se contaminar. Se o dedo estiver sangrando é possível transmitir. Porém, repetindo, o risco é muito baixo.

15) É possível a contaminação com o HIV se um mosquito picar uma pessoa infectada e imediatamente depois me picar? 

Não. Não existe nenhuma hipótese de transmissão do HIV por mosquitos.

16) É possível transmitir o HIV pelo leito materno?

Sim. O aleitamento materno é uma das vias de transmissão do HIV da mãe para o filho.

17) Partilhar brinquedos sexuais como vibradores e dildos podem causar transmissão do HIV?

Sim. Deve-se usar um novo preservativo no objeto a cada troca com o parceiro(a).

18) É possível pegar AIDS em banheiros públicos?

Não. O HIV não sobrevive fora do corpo humano no ambiente.

19) É possível pega AIDS partilhando lâminas de babear?

Sim, pouco provável, mas possível, principalmente se a pessoa usar um lâmina ainda com sangue fresco de uma pessoa contaminada.

20) É possível pegar HIV de uma pessoa contaminada mais ainda aparentemente saudável, ou seja, sem AIDS?

Sim. O fato da pessoa portadora do HIV ainda não ter critérios para AIDS ou qualquer doença aparente não significa que ela não possa transmitir o vírus.

21) É possível pegar HIV através de tatuagens ou piercing?

Sim. Todo material que penetre a pele deve ser descartável. Se o profissional que faz a tatto ou coloca o piercing reutiliza material, há sempre risco de contaminação. Se o material for estéril e descartável, não existe risco.

22) O sangue de outra pessoa tocou na minha pele, posso ter sido contaminado?

O contato de sangue com pele íntegra não transmite o HIV. Basta lavá-la com água e sabão. Só existe risco se o sangue entrar em contato com feridas na pele ou mucosas (olho, boca, ânus ou vagina).

23) É possível pegar HIV através da mordida de uma pessoa infectada?

Sim. É raro, mas já existem alguns casos relatados quando a mordida causa lesão da pele.

24) É possível pegar HIV através de um arranhão?

Não.

25) É possível pegar HIV através de uma cusparada?

Não.

26) Tosse ou espirro transmite HIV?

Não

27) Trabalho ou moro com uma pessoa portadora do HIV, devo tomar alguma precaução em relação a ela?

Não. A não ser que vocês tenham sexo desprotegido, ela não te contaminará; mesmo que vocês se beijem, abracem, usem os mesmos talheres, usem o mesmo banheiro, a mesma toalha, dividam a mesma cama etc…

28) Preciso lavar as mãos após ter tido contato com um paciente HIV positivo?

Não

29) É possível pegar HIV através de uma alimento propositadamente contaminado?

Não. Isto é uma lenda urbana. Sangue no ketchup, sêmen na sopa, água contaminada etc… O HIV não resiste ao contato com calor ou outras substâncias químicas. Além disso, o HIV é morto pela acidez do estômago. Não existe nenhum relato no mundo inteiro de contaminação pela ingestão do vírus.

30) Doar sangue pode me contaminar?

Não. Doar sangue não faz ninguém pegar HIV.

31) Se uma pessoa com HIV tocar no meu pênis, eu posso me contaminar?

Não. O HIV não vive no exterior do corpo. Não há HIV na pele das pessoas.

Leia o texto original no site MD.Saúde: COMO SE PEGA AIDS http://www.mdsaude.com/2011/03/como-se-pega-aids.html#ixzz1cIExtH2G

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BURSITE E TENDINITE. O que são?…

Bursite e tendinite

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Avaliado abril 2011

Quais são bursite e tendinite?
Fatos: Um Easy-to-Read série de publicações para o público

Bursite e tendinite são condições comuns que causam inchaço ao redor dos músculos e ossos. Eles ocorrem mais freqüentemente no ombro, cotovelo, punho, quadril, joelho, tornozelo ou.

A bursa é um pequeno saco cheio de líquido que atua como uma almofada entre um osso e outras partes do corpo em movimento, como músculos, tendões ou pele. Bursas são encontrados por todo o corpo. Bursite ocorre quando a bursa fica inchado.

Um tendão é uma faixa de tecido flexível que liga os músculos aos ossos. Tendões podem ser pequenos, como os encontrados na mão ou tornozelo, ou grandes, como o tendão de Aquiles no calcanhar. Tendões ajudam a criar o movimento, tornando os músculos empurrar ou puxar os ossos de diferentes maneiras. Tendinite é a inflamação grave de um tendão.

O que causa estas condições? 
que partes do corpo são afetados? 
Tennis Elbow e jogador de golfe Elbow 
tendinite de ombro, bursite, e Síndrome do Impacto 
tendinite do joelho ou Jumper do joelho 
tendinite de Aquiles 
Como estas condições são diagnosticados? 
Que tipo de profissional de saúde trata essas condições? 
Como são bursite e tendinite tratada? 
Pode bursite e tendinite ser prevenida? 
O que são pesquisadores de Aprendizagem?

O que causa estas condições?

As pessoas ficam bursite pelo uso abusivo de uma articulação. Também pode ser causada por trauma direto. Ocorre geralmente no joelho ou cotovelo. De joelhos ou inclinando-se os cotovelos em uma superfície dura por um longo tempo pode fazer começar a bursite. Tendinite geralmente ocorre após a lesão repetida a uma determinada área, como o pulso ou tornozelo. Tendões tornam-se menos flexível com a idade e se tornam mais propensas a danos.

Fazendo o mesmo tipo de movimentos, todos os dias ou colocar o estresse sobre as articulações, aumenta o risco para ambas as condições. Pessoas como carpinteiros, jardineiros, músicos, atletas e muitas vezes se bursite ou tendinite.

Infecção, artrite, gota, doenças da tireóide, diabetes e também pode causar inchaço da bursa ou tendão. Ambos bursite e tendinite são mais freqüentes quanto mais você envelhece.

Que partes do corpo são afetados?

Provoca dor tendinite e dor ao redor de uma articulação. Algumas formas comuns de tendinite são nomeados após o esporte, que aumentam seu risco. Eles incluem o cotovelo de tenista, o cotovelo do golfista, ombro do arremessador, o ombro do nadador, e joelho saltador.

Elbow Tennis Elbow e jogador de golfe

Cotovelo de tenista é uma lesão no tendão no cotovelo exterior. Cotovelo do golfista afeta o tendão interno do cotovelo. Qualquer atividade que envolve um monte de transformar pulso ou mão segurando, como o uso de ferramentas, apertando as mãos, ou torção, pode trazer a essas condições.Dor ocorre próximo ao cotovelo. Também pode viajar para a parte superior do braço ou antebraço.

Síndrome de tendinite de ombro, bursite, e Invasão

Dois tipos de tendinite pode afetar o ombro. Bíceps tendinite causa dor na parte frontal ou lateral do ombro. A dor também pode viajar até ao cotovelo e antebraço. Levantando seu braço sobre sua cabeça também pode ser doloroso. O músculo bíceps na parte da frente do braço ajuda a proteger o osso do braço na articulação do ombro. Ele também ajuda a controlar a velocidade do braço durante o movimento em cima. Por exemplo, você pode sentir dor ao balançar uma raquete ou lançando uma bola.

Tendinite do manguito rotador do ombro causa dor na parte superior do ombro e do braço. Chegando, empurrar, puxar, ou levantar o braço acima do nível do ombro pode piorar a dor.

Mesmo deitado sobre o lado doloroso pode piorar o problema. O manguito rotador é um grupo de músculos que prendem o braço para o ombro. Este “cuff” permite que o braço para levantar e torcer.Movimento repetido dos braços pode causar danos e desgaste dos tendões, músculos e ossos.Síndrome do impacto é uma compressão do manguito rotador.

Trabalhos que exigem sobrecarga freqüentes alcançar e esportes que envolvem lotes de uso do ombro pode danificar o manguito rotador ou bursa. A artrite reumatóide também pode inflamar o manguito rotador e resultar em tendinite e bursite. Qualquer um destes pode levar ao inchaço grave e choque.

Tendinite no joelho ou do joelho Jumper é

Se você overuse um tendão durante atividades como dançar, andar de bicicleta, ou em execução, pode tornar-se esticados, rasgado e inchado. Tentando quebrar uma queda também pode danificar tendões ao redor da rótula. Este tipo de lesão geralmente acontece com pessoas mais velhas cujos tendões pode ser mais fraco e menos flexível. Dor nos tendões ao redor do joelho é chamado às vezes de joelho saltador. Isso é porque muitas vezes acontece com os jovens que praticam esportes como basquete. O uso excessivo dos músculos e da força de bater no chão após um salto pode esticar o tendão. Após o estresse repetido de saltar, o tendão pode inchar ou lágrima.

Pessoas com tendinite no joelho pode sentir dor ao correr, saltar, ou andando rapidamente. Tendinite no joelho pode aumentar o risco de grandes lágrimas ao tendão.

A tendinite de Aquiles

O tendão de Aquiles liga o músculo da panturrilha na parte de trás do calcanhar. A tendinite de Aquiles é uma lesão comum que faz com que o tendão do swell, esticar, rasgo ou. É geralmente causada por excesso de uso. Ela também pode resultar de músculos da panturrilha ou fraco. Envelhecimento normal e artrite também pode endurecer o tendão.

Lesões do tendão de Aquiles pode acontecer quando subir escadas ou não sobrecarregar o músculo da panturrilha. Mas essas lesões são mais comuns em “guerreiros de fim de semana” que não se exercitam regularmente ou não ter tempo para aquecer antes de fazer. Entre os atletas, a maioria das lesões de Aquiles parece ocorrer na corrida ou saltos esportes. Atletas que jogam futebol, tênis, basquete e podem ser afetados por tendinite de Aquiles. Uma lesão quase sempre se aposenta o atleta para o resto da temporada.

A tendinite de Aquiles pode ser uma condição de longo prazo. Ela também pode causar o que parece ser uma lesão súbita. Quando um tendão é enfraquecido pela idade ou uso excessivo, trauma pode causar ruptura. Estas lesões podem ser repentinas e agonizante.

Como essas condições diagnosticadas?

Diagnóstico de tendinite e bursite começa com uma história clínica e exame físico. Você vai descrever a dor e quando e onde a dor ocorre. O médico pode pedir-lhe se ela fica melhor ou pior durante o dia.Outra dica importante é o que faz a dor desaparecer ou voltar. Existem outros exames o médico pode utilizar, incluindo:

  • Teste de tensão seletiva de tecidos para descobrir qual tendão é afetada.
  • Palpação ou tocar áreas específicas do tendão de identificar o inchaço.
  • De raios X para descartar problemas de artrite ou de osso.
  • MRI (ressonância magnética), que pode mostrar danos ambos os ossos e tecidos moles.
  • Teste de injeção de anestésico para ver se a dor vai embora.
  • Tomar líquido da área inchada para descartar infecção.

Que tipo de profissional de saúde trata essas condições?

O seu médico assistente ou um fisioterapeuta pode tratar mais casos de tendinite e bursite. Casos que não respondem ao tratamento normal pode ser encaminhada para um especialista.

Como são bursite e tendinite tratada?

O foco do tratamento é curar os feridos bursa ou tendão. O primeiro passo é reduzir a dor eo inchaço.Isto pode ser feito com repouso, bem acondicionamento ou elevando a área afetada, ou tomando medicamentos que derrubar o inchaço. Aspirina, naproxeno, ibuprofeno e todos servem esse propósito. Ice pode ser útil em recente, lesões graves, mas é de pouco ou nenhum uso no longo prazo casos. Quando o gelo é necessária, uma bolsa de gelo pode ser realizada sobre a área afetada por 15 a 20 minutos a cada 4 a 6 horas para 3 a 5 dias. Um médico pode sugerir mais uso de gelo e um programa de alongamento.

Seu médico também pode sugerir limitar as atividades que envolvem a articulação afetada.

Equipamentos de apoio podem ser sugeridas, tais como:

  • Uma banda de cotovelo para cotovelo de tenista
  • Uma cinta para o tornozelo ou pé
  • A tala para o joelho ou mão.

Outros tratamentos podem incluir:

  • Ultra-som, que são suaves ondas sonoras vibrações que aquecem os tecidos profundos e melhorar o fluxo sanguíneo
  • Uma corrente elétrica que empurra um corticosteróide através da pele diretamente sobre a bursa ou tendão inchado
  • Exercícios leves de alongamento e fortalecimento
  • Massagem do tecido mole.

Se não houver melhora, o médico pode injetar uma droga na área ao redor da bursa e do tendão inchado. Se a junta ainda não melhorar após 6 a 12 meses, o médico pode realizar uma cirurgia para reparar danos e aliviar a pressão sobre os tendões e bursas.

Se a bursite é causada por uma infecção, o médico irá prescrever antibióticos.

Se um tendão é completamente rasgada, a cirurgia pode ser necessária para reparar o dano.

Reparar um rasgo do tendão exige um programa de exercícios para restaurar a capacidade de dobrar e esticar a articulação e para fortalecer os músculos em torno dela para evitar lesões de repetição. Um programa de exercícios pode durar seis meses.

Bursite e Tendinite pode ser prevenida?

Para ajudar a evitar o inchaço ou reduzir o número de flares, você pode fazer várias coisas. A lista a seguir foi adaptado de MayoClinic.com.

  • Aquecer ou alongar antes do exercício.
  • Fortalecer os músculos ao redor da articulação.
  • Faça pausas freqüentes de tarefas repetitivas.
  • Amortecer a articulação afetada com espuma (joelheiras, cotoveleiras).
  • Aumentar a superfície de fixação de ferramentas, usando luvas, lixa ou outro revestimento.
  • Use um aperto enorme em clubes de golfe.
  • Use um backhand de duas mãos no tênis.
  • Use as duas mãos para segurar ferramentas pesadas.
  • Não ficar parado por longos períodos.
  • Prática uma boa postura.
  • A posição do seu corpo adequadamente ao fazer tarefas diárias.
  • Começar novas atividades ou exercícios lentamente.
  • Se você tem uma história de tendinite, considere falar com o seu médico antes de iniciar um novo exercício.

O que são pesquisadores de Aprendizagem?

Pesquisadores apoiados pelo Instituto Nacional de Artrite e Doenças Musculosqueléticas e da Pele (NIAMS) estão estudando bursite e tendinite das seguintes maneiras:

  • O papel do sistema imune na inflamação de tendinite para criar melhores estratégias de prevenção e tratamento
  • Worksite questões que afetam o início da tendinite e outros trabalhos distúrbios osteomusculares relacionados.

Para Mais Informações Sobre bursite e tendinite e outras condições relacionadas:

National Institute of Arthritis and Musculoskeletal e doenças de pele (NIAMS)
Informação Clearinghouse
National Institutes of Health

1 AMS Círculo
Bethesda, MD 20892-3675
Telefone: 301-495-4484
Toll Free: 877-22-NIAMS (877-226-4267)
TTY: 301-565-2966
Fax: 301-718-6366
Email: NIAMSinfo mail @ . nih.gov
Website: http://www.niams.nih.gov

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DOR NO OMBRO= Menor dose de corticosteroide tão eficaz…

Menor dose de corticosteróides tão eficaz quanto mais elevados para a dor no ombro, diz estudo

ScienceDaily (27 de outubro de 2011) – Apesar de injeções de corticóide são um dos tratamentos mais comuns para dor no ombro, tem havido relativamente poucas investigações de alta qualidade de sua eficácia e duração de ação. Em um estudo programado para ser publicado na edição de dezembro do Archives of Medicina Física e Reabilitação , pesquisadores relatório sobre o primeiro estudo comparativo das duas doses mais comumente corticosteróide administrado por dor no ombro. Eles descobriram que doses mais baixas foram tão eficazes que doses mais elevadas em termos de redução da dor, melhora a amplitude de movimento e duração da eficácia.

“Não houve nenhuma orientação para a adequada doses de corticosteróides durante a injeção subacromial. Médicos têm dependido principalmente sobre a sua experiência para a seleção da dose”, comentou o investigador Seung-Hyun Yoon, MD, PhD, Professor Assistente do Departamento de Medicina Física e Reabilitação, Ajou University School of Medicine, Suwon, República da Coreia. “Este é o primeiro estudo para avaliar a eficácia dos corticosteróides de acordo com duas doses diferentes, que são os mais amplamente utilizados na injeção subacromial para os participantes com distúrbios do ombro periarticular. A utilização inicial de uma dose baixa é incentivada porque não houve diferença na eficácia de acordo a dose, eo efeito do corticosteróide durou até 8 semanas. ”

Investigadores conduziram um estudo randomizado, triplo-cego, placebo-controlado clínico, no qual 79 pacientes com duração mínima de um mês de dor foram matriculados. Os indivíduos foram divididos aleatoriamente em três grupos com 27 participantes que receberam uma dose de 40 mg de triancinolona; 25 a dose de 20 mg e 27 de uma injeção de placebo. Todos foram acompanhados aos 2, 4 e 8 semanas após o tratamento. Todas as injeções foram realizadas usando a orientação ultra-som para garantir a colocação correta do agente terapêutico na bursa.

Os participantes foram solicitados a classificar o seu grau de dor no ombro em uma escala de 0 a 10 e para responder a um questionário Shoulder Deficiência. Eles também foram convidados para mover seus ombros lentamente até que eles experimentaram a dor, e os avaliadores mediu a amplitude de movimento ativa (AROM) em 4 diferentes direções (flexão para frente, abdução, rotação interna e rotação externa do ombro na posição de pé).

Comparado com pré-tratamento (dentro do grupo comparações), a alta (40 mg) e baixa dose de corticosteróides (20 mg) ambos os grupos apresentaram melhora na dor, incapacidade e AROM, enquanto o grupo placebo não mostraram nenhuma diferença. Importante, este estudo não mostrou significativas inter-grupos diferenças entre os grupos de alta e baixa dose de corticosteróide. Porque uma dose mais elevada pode aumentar a incidência de complicações locais e gerais, uma dose menor é indicado na fase inicial do tratamento.

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Fonte história:

A história acima é reproduzida a partir de materiais fornecidos por Elsevier Health Sciences .

Nota: Os materiais podem ser editadas para o conteúdo e extensão. Para mais informações, entre em contato com a fonte citada acima.


Jornal de referência :

  1. Ji Yeon Hong, Seung-Hyun Yoon, Do junho Moon, Kyu-Sung Kwack, Bohyun Joen, Hyun Young Lee. Comparação de corticosteróides de alta e baixa dose de injeção subacromial para Transtorno periarticular do ombro: um estudo randomizado, triplo-cego, placebo Controlada Julgamento . Arquivos de Medicina Física e Reabilitação , Dezembro de 2011; DOI: 10.1016/j.apmr.2011.06.033
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Elsevier Health Sciences (2011, 27 de outubro). Menor dose de corticosteróides tão eficaz quanto maior para dor no ombro, diz estudo. ScienceDaily . Retirado 28 de outubro de 2011, a partir de

Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.

Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente as do ScienceDaily ou seus funcionários.

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