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DOENTES COM ARTRITE GERALMENTE COM ALTAS TAXAS DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO

Os doentes com artrite Contende com taxa de High Anxiety
Por Nancy Walsh, Escritor, MedPage Today
Publicado em: 30 de abril de 2012

Avaliado por Robert Jasmer, MD , Professor Associado de Medicina Clínica, Universidade da Califórnia, San Francisco e Caputo Dorothy, MA, BSN, RN, Planner Enfermeira

Pontos de Ação
Entre os pacientes com artrite, depressão e ansiedade são muito comuns.
Note-se que mais da metade dos pacientes que relataram ansiedade no ano anterior estavam desempregados ou incapazes de trabalhar, tinham problemas de banho e vestir-se e experientes dificuldades significativas na execução de atividades domésticas e recados.
Tanto a depressão ea ansiedade são muito comuns entre os pacientes com artrite, mas há uma maior prevalência de ansiedade, de acordo com os resultados da pesquisa.

Em uma pesquisa telefônica conhecida como artrite e Condições pesquisa Efeitos Saúde, 17,5% – cerca de 6,6 milhões de pessoas que vivem com artrite – teve depressão provável, de acordo com Louise B. Murphy, PhD, do CDC em Atlanta, e colegas.

E 30,5% – 11,5 milhões de indivíduos – foram encontrados para ter um transtorno de ansiedade, com metade destes sintomas também experimentam de depressão, os pesquisadores relataram on-line em Arthritis Care & Research.

“A relação entre ansiedade, depressão e dor é complexo, com evidências de que cada estado atua de forma independente e sinergicamente como fatores de risco e de resultados para o outro”, observaram. No entanto, eles adverte que a análise foi baseada num estudo em corte transversal, de modo a causalidade não pôde ser determinada.

É bem reconhecido que a depressão é muito comum entre os pacientes com doenças crônicas, mas a contribuição adicional de ansiedade tem sido menos reconhecida, e as proporções dessas duas condições na população artrite EUA não foram quantificados.

Assim grupo de Murphy analisados ​​os dados da pesquisa sobre a demografia, sintomas e função com a ansiedade e depressão avaliada utilizando os Artrite Escalas medição do impacto.

Mais da metade dos pacientes que relataram ansiedade no ano anterior estavam desempregados ou incapazes de trabalhar, tinham problemas de banho e vestir-se e experientes dificuldades significativas na execução de atividades domésticas e recados.

Mais da metade também relataram ter fadiga severa na semana passada e falta de confiança na capacidade de realizar atividades físicas.

A análise multivariada identificou essas características, sendo associada com a ansiedade:

Idade mais jovem (45 a 64), razão de prevalência 1,7 (95% CI 1,3-2,1)
Dor articular severa durante a semana anterior, PR 1,9 (95% CI 1,2-3)
Autopercepção de saúde boa geral, PR 1.4 (IC 95% 1,1 a 1,7)
Regular ou ruim de saúde auto-relatado, PR 1.6 (95% CI 1,2-2,1)
Sem confiança na capacidade de participar de atividade física, RP 1,5 (IC 95% 1,1-2,1)
Confiança moderada na capacidade de realizar atividades físicas, PR 1.3 (IC 95% 1,1 a 1,6)
A depressão foi mais comum entre os pacientes hispânicos, os indivíduos que relataram dificuldades em vestir-se e tomar banho, aqueles que estavam desempregados ou pessoas com deficiência, aqueles com fadiga severa na semana anterior, e aqueles que tinham dificuldades com as tarefas domésticas e recados.

Além disso, a depressão é comum entre aqueles que sentiu pouca confiança na sua capacidade de gerir os seus sintomas ou serem fisicamente ativos.

Estas características dos pacientes foram associados com a depressão:

Pouca idade, PR 1.6 (IC 95% 1,1 a 2,2)
Falta de confiança na capacidade para controlar os sintomas, PR 2,3 (95% CI 1,6-3,3)
Confiança moderada na capacidade de ser ativo, RP 1,5 (IC 95% 1,2-2,1)
Embora algumas dessas associações apareceu forte, um perfil diferente de pacientes com ansiedade e / ou depressão não pôde ser estabelecida, os investigadores observou.

Eles também analisaram se as pessoas tinham procurado tratamento para seus problemas psicológicos e descobriram que 57% daqueles com ambas as condições tinha feito, como tinha 51% das pessoas com depressão, mas apenas 45% daqueles com ansiedade.

Uma possível explicação para a falta de apreciação de como a ansiedade predominante é entre pacientes com artrite é porque ele poderia ser considerado uma resposta adequada ao estresse de suas vidas.

No entanto, se não for tratada, a ansiedade pode piorar e contribuir ainda mais para os efeitos da doença, como por dificultar a atividade física.

“Como a depressão ea ansiedade podem ser altamente responsivo ao tratamento clínico, um melhor reconhecimento e detecção destas condições é um primeiro passo necessário para reduzir o peso dessas condições de saúde mental entre as pessoas com artrite”, Murphy e seus colegas escreveram.

Limitações do estudo incluíram auto-relato de artrite e as taxas de resposta relativamente baixas entre as minorias.

Os autores relataram nenhum conflito de interesse.

Fonte primária: Cuidado Arthritis Research &
referência Fonte:
Murphy L, et al. “A ansiedade é mais comum do que depressão entre adultos dos EUA com artrite” Arthritis Care Res 2012; DOI: 10.1002/acr.21685.

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ESPONDILITE ANQUILOSANTE= BENEFÍCIOS DO ANTAGONISTA DO TNF

Benefícios antagonista do TNF duradouras na Espondilite
Download PDF Fonte de cortesia
Por Nancy Walsh, Escritor, MedPage Today
Publicado em: 28 de abril de 2012

Avaliado por Dori F. Zaleznik, MD , Professor Associado de Medicina Clínica, da Harvard Medical School, Boston e Caputo Dorothy, MA, BSN, RN, Planner Enfermeira

Pontos de Ação
Extensão dos resultados GO-raise de estudo fora de 104 semanas encontraram efeitos que persistem da golimumab sobre dor nas costas e rigidez matinal, inclusive entre pacientes espondilite anquilosante que atravessaram à droga após 16 ou 24 semanas.
Note-se que um segundo subestudo de biomarcadores descobriram que a insulina de linha de base e N-terminal de propéptido de colagénio de tipo 1 (P1NP) valores eram as mais fortes de uma resposta de 20%, embora o estudo foi de fraca potência para avaliar biomarcadores e os resultados clínicos.
Os benefícios do tratamento observados com golimumab (Simponi) em pacientes com espondilite anquilosante persistiu por até 2 anos, a fase de extensão de um estudo randomizado mostrou.

Após 2 anos de tratamento, 60,1% de pacientes designados para receber 50 mg de golimumab subcutânea uma vez por mês tinha alcançado pelo menos uma melhoria de 20% nos sintomas, tal como 71,4% dos que receberam 100 mg, de acordo com Jürgen Braun, MD, de de Reumatologia do Centro Médico Ruhrgebiet em Herne, na Alemanha, e colegas.

Além disso, 55,8% e 54,3% dos grupos de baixa e alta dose, respectivamente, tiveram pelo menos uma melhoria de 40%, e 31,9% e 30,7% haviam alcançado remissão parcial, os pesquisadores relataram em maio Annals of the Rheumatic Diseases .

Golimumab é um anticorpo monoclonal que blocos de factor de necrose tumoral (TNF)-alfa, e foi mostrado no estudo GO-RAISE randomizados para ser eficaz em 6 meses na redução dos sintomas tais como dor nas costas e rigidez matinal em pacientes que não tinham respondido adequadamente para tratamento convencional.

Na fase aleatória do ensaio, 356 pacientes receberam uma das duas doses de golimumab ou placebo através semana 16, momento em que os doentes tratados com placebo poderia mudar para o grupo de tratamento 50 mg-se que eles não tinham tido uma melhoria de 20%.

Além disso, os do grupo 50-mg que não tinham tido que o nível de melhoria poderia mudar para o grupo de tratamento 100 mg.

Aos 6 meses, os pacientes restantes no grupo do placebo começou o tratamento com 50 mg de golimumab.

Por 2 anos, 38,5% dos pacientes que originalmente receberam placebo relataram 20% ou 40% de melhora, enquanto 21,8% estavam em remissão parcial.

Além disso, depois de 2 anos de tratamento, significa a actividade da doença e pontuações de função eram inferiores a 3 para todos os grupos, indicando um bom controlo da doença.

No entanto, pacientes que receberam inicialmente placebo foram mais lentos para chegar a esse grau de melhora em comparação com aqueles que receberam golimumab desde o início.

O padrão de eventos adversos foi similar ao observado em estudos de longo prazo de outros inibidores de TNF, de acordo com os investigadores.

Infecções graves foram observadas em 1,3% dos doentes que receberam placebo inicialmente e comutado para a dose de 50 mg, e em 1,4% e 4,2% do 50-mg e 100 mg-grupos, respectivamente. Estas infecções incluído urosepsis, amigdalite, celulite, e tuberculose.

Dois pacientes desenvolveram carcinomas basocelulares durante a fase aleatória do julgamento, mas sem doença maligna adicionais foram observados durante a fase de extensão.

Dez pacientes desenvolveram anticorpos contra o golimumab durante os primeiros 6 meses do estudo, mas posteriormente tornou-se cinco anticorpos negativos.

Os pesquisadores observaram que os pacientes nos grupos de tratamento ativo que não conseguiram melhorar em 20% em suas pontuações para dor nas costas e rigidez matinal podem ter doença mais refratária, e “pode ​​ter uma menor probabilidade de responder ao tratamento golimumab continuado.”

Em um segundo artigo, publicado também em maio Anais , os investigadores RAISE-GO realizou um sub-estudo exploratório olhando biomarcadores que possam prever a resposta ao tratamento.

Os pacientes com espondilite anquilosante têm níveis elevados de múltiplos marcadores de inflamação e osso volume de negócios, e estudos anteriores haviam sugerido que alguns destes biomarcadores, como proteína C-reativa (PCR) e fator de crescimento vascular endotelial (VEGF) se correlacionam com a atividade da doença.

Para explorar ainda mais este, os investigadores obtido amostras antes e após 14 semanas de tratamento a partir de 100 pacientes neste estudo, e os níveis medidos de 92 biomarcadores.

Os marcadores incluídos reagentes de fase aguda, tais como PCR, coagulação e factores hematológicas, marcadores inflamatórios, factores metabólicos, e outros marcadores tais como insulina.

Para a melhoria de 20% em resultado de sintomas, eles descobriram que os indicadores mais fortes eram os níveis basais de N-terminal propeptídeo de colágeno tipo 1 (P1NP), um marcador da síntese de colágeno (OR 7,24, P = 0,001) e insulina (OR 0,61 , P = 0,007).

Para prever uma melhoria de 50% em um índice de atividade da doença, a associação mais forte foi visto pela leptina (OR 0,50, P = 0,0004), imunoglobulina M (OR 3,46, P = 0,006) e VEGF (OR 2,20, P = 0,026).

E para prever melhorias no índice de função, associações significativas foram observadas para inibidor tecidual das metaloproteinases-1 (OR 28,50, P = 0,002) e P1NP (OR 4,10,P = 0,007).

Tomados em conjunto, o mais forte preditor de uma melhora de 20% na semana 14 foi a combinação de insulina basal e P1NP, com um valor preditivo positivo de 85% e um valor preditivo negativo de 77%.

“No entanto, com especificidade de 65% e sensibilidade de 90%, mais estudos serão necessários para atender a sua utilidade potencial preditivo neste quadro clínico”, os investigadores advertiram. No entanto, este trabalho pode representar uma “grande valia para comparações de biomarcadores subseqüentes.”

A limitação deste subanálise foi a sua falta de poder para examinar o relacionamento entre os níveis de biomarcadores e resultados clínicos.

O estudo foi financiado pela Centocor Pesquisa e Desenvolvimento e da Schering-Plough Research Institute.

Os autores relataram relações com várias companhias, incluindo Centocor, a Schering-Plough, Amgen, Abbott, Roche, Novartis e Merck.

Três dos autores são funcionários da Centocor.

Fonte primária: Anais do Rheumatic Diseases
referência Fonte: Braun J, et al “Golimumab administrado por via subcutânea a cada 4 semanas em espondilite anquilosante: 104 semanas resultados do estudo GO-RAISE” Ann Rheum Dis 2012; 71: 661-667.

Fonte adicional: Anais do Rheumatic Diseases
referência Fonte: Wagner C, et al “marcadores séricos associados à melhora clínica em pacientes com espondilite anquilosante tratados com golimumab” Ann Rheum Dis 2012; 71: 674-680.

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ESQUIZOFRENIA /sintomas

ESQUIZOFRENIA | Sintomas e causas
1 DE DEZEMBRO DE 2008 DR. PEDRO PINHEIRO 11 COMENTÁRIO(S)
Entenda o que é esquizofrenia e saiba quais os seus principais sintomas

A esquizofrenia é uma desordem psiquiátrica caracterizada por quadro de psicose crônica ou recorrente, levando a deterioração progressiva das capacidades funcionais.

A psicose é o termo usado para um alteração do estado mental caracterizado pela perda da realidade, com sintomas como alucinações, delírios, pensamentos e discursos sem lógica e comportamentos caóticos.

O doente psicótico costuma ser extremamente desconfiado, ouve vozes e vê coisas que não existem, imagina ter poderes especiais, acha que a TV ou radio mandam mensagens especialmente para eles, e podem imaginar que existe algum tipo chip ou antena que consegue ler seus pensamentos e monitoriza suas atividades.

Um bom exemplo é a personagem do Russel Crowe no filme vencedor do Oscar ” Uma mente brilhante” (A beautiful Mind no original).

Para entender melhor, leia mais sobre psicose.

A esquizofrenia acomete homens e mulheres na proporção de 1,4:1, e apresenta pico de incidência entre 20 e 30 anos de idade. O diagnóstico é puramente clínico uma vez que não existem testes laboratoriais ou de imagem específicos. Raramente inicia-se na infância ou em idosos.

Até 10% dos pacientes conseguem recuperação total, mas para 55% a doença tem curso crônico. Os restantes 35% apresentam episódios intermitentes.

80% apresentam uma associação com abuso de substâncias como álcool, drogas lícitas é ilícitas. É uma relação de consequência e não causal. O doente esquizofrênico tem uma chance 3x maior de adquirir algum vício do que a população em geral.

Existe claramente um fator genético, mas que sozinho não é suficiente para desencadear a doença. Parentes de primeiro grau apresentam uma taxa de acometimento de 10%. Irmãos gêmeos idênticos, de 50%. Fatores ambientais ainda não claramente identificados apresentam grande peso.

O quadro clínico pode ser bem heterogêneo e os sintomas se caracterizam por 4 grandes grupos:

1. Sintomas positivos: São os sintomas da psicose descritos acima. Delírios e alucinações (especialmente auditivas) são os mais comuns.
2. Sintomas negativos: São sintomas de perda das características usuais. Pode ser perda da resposta afetiva, da expressão verbal, da motivação pessoal, da atenção ao ambiente, da interação social…
3. Alterações cognitivas: Diminuição da atenção, capacidade de raciocínio, da memória, da linguagem e da capacidade em realizar funções
4. Alterações na afetividade: Problemas de humor com mudanças repentinas, manifestações inapropriadas ou bizarras de afetividade ou comportamento. Depressão é comum após períodos de exacerbação da psicose.

De acordo com o conjunto de sintomas, a esquizofrenia é dividida em 5 subtipos:

– Paranoide = São os doentes que apresentam delírios e alucinações, sem alterações no pensamento lógico, na afetividade ou comportamento. É o subtipo que apresenta o melhor prognóstico. São pacientes que conseguem manter o emprego e o relacionamento familiar. Como são os que mais percebem a doença, é o subgrupo com maior taxa de suicídio.

– Desorganizado = São os doentes com pensamento desorganizado e comportamento bizarro e inapropriado. Apresentam o pior prognóstico, com maior taxa de incapacidade funcional, perda de relacionamento e necessidade de institucionalização.

– Catatônico = São os paciente que perdem interação com ambiente e assumem posturas estranhas. Não atendem a solicitações e resistem a tentativas de movê-los. A catatonia ocorre episodicamente.

– Residual = São pacientes que apresentam longos períodos de ausência dos sintomas positivos, porém apresentam outros sintomas de modo discreto, como alterações no pensamento e afetividade.

– Indiferenciado = São os que não se encaixam em nenhuma das categorias anteriores, apresentando sintomas de mais de um subtipo.

A investigação inclui análises de sangue e exames de imagem para se descartar causas orgânicas.
Não existe um sintoma ou sinal patognomônico. O diagnóstico é feito pelo conjunto de sintomas. A psicose é típica, mas não é exclusiva da esquizofrenia.

O tratamento com remédios é para a vida toda. Doentes muito agitados que colocam a sua vida e a de outros em perigo, devem ser internados até estabilização.

Autor do artigo
Dr. Pedro Pinheiro – Médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2002. Diploma reconhecido pela Universidade do Porto, Portugal. Título de especialista em Medicina Interna pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 2005. Título de Nefrologista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) em 2007. Título de Nefrologista pelo Colégio Português de Nefrologia.

Leia o texto original no site MD.Saúde: ESQUIZOFRENIA | Sintomas e causas http://www.mdsaude.com/2008/12/esquizofrenia.html#ixzz1tSOFrGMl

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FALTA DE AR / causas.

FALTA DE AR | Causas e tratamento
1 DE SETEMBRO DE 2009 DR. PEDRO PINHEIRO 30 COMENTÁRIO(S)
Saiba o que pode significar a sua falta de ar.

O cansaço e falta de ar são sintomas que costumam andar juntos, por isso, são muitas vezes tratados pelos pacientes como se fossem a mesma coisa. Não são.

A falta de ar, designada na medicina como dispnéia, é uma sensação de dificuldade para respirar. É a impressão de que a quantidade de ar que entra nos pulmões é insuficiente. Pode-se manifestar também como uma dificuldade para expulsar o ar já respirado.

O cansaço ou a fadiga, é a dificuldade de se realizar esforços, mesmo que mínimos, como escovar os dentes ou pentear os cabelos. Para saber mais sobre as causas de cansaço, leia: CANSAÇO | FADIGA | Principais causas.

O cansaço e a falta de ar costumam estar juntos, mas podem surgir isoladamente. Neste texto vamos falar apenas sobre a falta de ar. O cansaço será abordado em um texto próprio.

A dispnéia apesar de parecer um sintoma muito subjetivo, na verdade não é. A sensação de falta de ar realmente é muito individual, mas nós médicos, através do exame físico e de análises, conseguimos determinar muito bem a gravidade da dispnéia.

Este detalhe é importante porque não é raro recebermos pacientes jovens e sem doenças queixando-se de dispnéia devido a uma crise de ansiedade. Neste momento é importante saber distinguir quem tem uma dispnéia real daqueles que acham que tem falta ar, quando na verdade não apresentam nenhum sinal de má oxigenação.

E uma vez estabelecida que a queixa de falta de ar realmente indica uma má oxigenação tecidual, é preciso quantifica-la para se avaliar a gravidade do caso.

Para poder distinguir as queixas de falta de ar da ansiedade das dispnéias reais, é preciso entender como funciona a captação e utilização do oxigênio do ambiente.

O ar entra nas vias aéreas, desce pela traquéia e chega aos pulmões. Nos alvéolos pulmonares (que na verdade são microscópicos e não como está no desenho acima) ocorre o que chamamos de trocas gasosas. O oxigênio vai para o sangue, e o gás carbônico (CO2), que estava no sangue vai pra o alvéolo para ser devolvido às vias aéreas e expelido na respiração. Portanto, inspiramos oxigênio e expiramos gás carbônico.

O oxigênio não fica “solto” no sangue. Ele precisa das hemácias (glóbulos vermelhos) para ser transportado para os tecidos. Uma vez nos tecidos, as células usam o oxigênio para produzir energia. Este processo produz CO2, que é captado novamente pelas hemácias e levado em direção aos pulmões para se reiniciar o ciclo.

A falta de ar é um sintoma que surge quando o cérebro recebe a informação de que a quantidade de oxigênio nos tecidos está baixa e não é suficiente para a sobrevivência das células ou quando a quantidade de CO2 está alta.

A falta de ar verdadeira pode, então, acontecer por vários mecanismos:

– Quando o nível de oxigênio no ar está baixo.
– Quando algo obstrui nossas vias aéreas e não conseguimos respirar adequadamente
– Quando o coração está fraco ou há alguma obstrução ao fluxo sanguíneo e não se consegue levar sangue oxigenado para os tecidos
– Quando há algum problema no pulmão que impede a troca dos gases (gás carbônico e oxigênio)
– Quando o sangue não consegue transportar oxigênio adequadamente, como nos casos de anemia grave ou hemácias defeituosas.

Assim que o cérebro recebe a informação de há má oxigenação dos tecidos, a primeira providência é aumentar a frequência e intensidade da respiração. Em adultos a frequência respiratória média varia entre 12 a 20 incursões por minuto. Chamamos de taquipnéia quando a frequência está acima de 20.

Não conseguimos contar a nossa própria frequência respiratória, pois uma vez que tomamos consciência da nossa respiração, ela passa a ser diferente. Quando nós médicos contamos a frequência respiratória dos pacientes, o fazemos sem que o mesmo se aperceba do fato.

O aumento da frequência respiratória é um processo de adaptação que ocorre a todo momento. Por exemplo, quando corremos precisamos gerar mais energia e por consequência, nossas células precisam de mais oxigênio. O que o cérebro faz? Aumenta a frequência respiratória e cardíaca. Mais oxigênio chega aos pulmões e mais sangue é transportado para os tecidos, resolvendo-se o problema.

Portanto, a primeira coisa que se faz frente a uma queixa de falta de ar, é contar a frequência respiratória. Não se espera que uma verdadeira falta de ar não venha acompanhado de aumento da frequência respiratória.

É importante salientar que uma pessoa com crise de pânico ou muito ansiosa pode perfeitamente estar respirando mais rápido pelo nervosismo, sem que isso indique falta de oxigenação real.

Quando a falta de ar começa a se intensificar, surgem alguns sinais de esforço respiratório. Um deles é o aumento e diminuição do diâmetro das narinas enquanto puxamos o ar. Este sinal é chamado de batimento de asa do nariz. Indica esforço para se puxar o ar.

Outros sinal de esforço é quando podemos notar a contração dos músculos do peito e da barriga enquanto se respira. O uso dos músculos acessórios da respiração é um sinal de desespero do organismo tentando aumentar de qualquer maneira o aporte de oxigênio para os pulmões.

Esse sinais podem ser vistos após exercícios extenuantes. Neste caso não há problemas pois após o repouso, em questão de minutos, a oxigenação adequada se restabelece.

Um sinal de gravidade da falta de ar é a presença de cianose, que é a tonalidade arroxeada dos dedos, lábios e nariz. Pessoas com problemas pulmonares crônicos apresentam um alargamento das pontas dos dedos, chamado de baqueteamento digital pelo fato dos dedos ficarem parecidos com baquetas de tambor.

Cianose dos dedos e baqueteamento digital

Cianose de lábios e nariz

A hemácia quando rica em oxigênio fica avermelhada, e quando pobre, arroxeada. Quando as hemácias possuem pouco oxigênio, podemos notar esse tom mais roxo na regiões mais finas da pele como nas fotos acima. É um sinal de grave falta de oxigenação dos tecidos.

Nem todo mundo com dispnéia precisa se apresentar com os sinais de gravidade descritos acima. Pode-se ter apenas falta de ar e o único sinal ser a taquipnéia. Para se saber então se a dispnéia indica alguma doença ou não, temos que avaliar qual o grau de oxigenação do sangue.

Isto pode ser feito através do oxímetro de pulso, que é aquele aparelhinho que se coloca nos dedos dos pacientes. A saturação normal de oxigênio é maior que 95%. Valores abaixo de 90% indicam insuficiência respiratória.

Se houver algum sinal clínico ou algo na história que aponte para uma causa de dispnéia, solicita-se uma gasometria arterial, uma análise onde se colhe sangue de uma artéria para se medir diretamente os níveis de oxigênio e CO2 do sangue.

Na gasometria identifica-se facilmente aqueles com falta de ar por ansiedade uma vez que o nível de oxigênio encontra-se bem alto e o de CO2 bem, baixo devido a rápida respiração, fato que não ocorre nas causas reais de dispnéia.

Quais são as principais causas de falta de ar?

– Asma
– DPOC (bronquite crônica e enfisema pulmonar) (leia: DPOC – ENFISEMA E BRONQUITE CRÔNICA)
– Pneumonia (leia: QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA PNEUMONIA ?)
– Tuberculose (Leia: SINTOMAS DE TUBERCULOSE )
– Outras infecções pulmonares
– Derrame pleural volumoso (leia: DERRAME PLEURAL | Tratamento, sintomas e causas)
– Edema pulmonar
– Embolia pulmonar (leia: EMBOLIA PULMONAR )
– Hemorragia pulmonar
– Câncer de pulmão (leia: CÂNCER (CANCRO) – SINTOMAS E DEFINIÇÕES)
– Infarto do miocárdio (leia: SINTOMAS DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO E ANGINA)
– Insuficiência cardíaca (INSUFICIÊNCIA CARDÍACA – CAUSAS E SINTOMAS)
– Arritmia cardíaca (leia: PALPITAÇÕES, TAQUICARDIA E ARRITMIAS CARDÍACAS )
– Hipertensão pulmonar
– Aspiração de corpo estranho
– Obesidade mórbida (leia: OBESIDADE E SÍNDROME METABÓLICA)
– Traumas
– Asbestose (leia: MESOTELIOMA | ASBESTOSE | Doenças causadas pelo Asbesto)
– Defeitos ósseos na coluna ou tórax
– Anemia (leia: SINTOMAS DA ANEMIA)
– Tamponamento cardíaco
– Sepse (O QUE É SEPSE / SEPSIS E CHOQUE SÉPTICO ?)
– Intoxicações
– Anafilaxia (CAUSAS E SINTOMAS DO CHOQUE ANAFILÁTICO )
– Gravidez
– Ansiedade

Como se trata a falta de ar?

O tratamento depende da causa. Se for devido a uma pneumonia, trata-se com antibióticos; Se for por insuficiência cardíaca, usa-se diuréticos; Se for anemia, trata-se com transfusão de sangue, e assim por diante.

Enquanto a causa da dispnéia não for resolvida, é importante assegurar que o paciente tenha sempre saturações de oxigênio adequadas para não entrar em colapso.

Quando há saturação de O2 está reduzida, o tratamento deve ser feito com oxigênio suplementar. Se mesmo com oxigênio em volumes altos o paciente ainda não for capaz de manter boas saturações, faz-se necessária a intubação e adaptação a um ventilador mecânico.

Alguns pacientes com doença pulmonar crônica, tipo enfisema, precisam de oxigênio suplementar com frequência, e às vezes, passam mais de 12 horas por dia com O2 em máscara.

Falta de ar na gravidez

A dispnéia é muito comum na gravidez. Até 2/3 das gestantes se queixam de falta de ar, fato que normalmente inicia-se no segundo trimestre. A dispnéia da gestação costuma ser pior quando a grávida encontra-se sentada e não apresenta relação com esforço físico.

Alguns fatores contribuem para essa dispnéia:

– Anemia que ocorre em toda gravidez.
– Elevação do diafragma pelo feto, principalmente no 3 trimestre
– Excesso de progesterona, que por si só causa aumento da frequência respiratória

Apesar de comum, é importante não confundir a dispnéia normal da gestante com dispnéia causada por doenças pulmonares ou cardíacas que podem muito bem ocorrer em quem está grávida. Um exame físico e uma boa história clínica costumam fazer essa distinção.

Autor do artigo
Dr. Pedro Pinheiro – Médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2002. Diploma reconhecido pela Universidade do Porto, Portugal. Título de especialista em Medicina Interna pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 2005. Título de Nefrologista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) em 2007. Título de Nefrologista pelo Colégio Português de Nefrologia.

Leia o texto original no site MD.Saúde: FALTA DE AR | Causas e tratamento http://www.mdsaude.com/2009/09/falta-de-ar-dispneia.html#ixzz1tSM8KnzF

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O QUE É A DEPRESSÃO?

O QUE É DEPRESSÃO?
28 DE ABRIL DE 2012 DR. PEDRO PINHEIRO NENHUM COMENTÁRIO
A depressão é uma doença psiquiátrica capaz de causar inúmeros sintomas psicológicos e físicos. Seu sintoma mais conhecido é uma profunda e prolongada tristeza, o que não significa que toda tristeza esteja relacionada necessariamente a um quadro de depressão.

A maioria dos adultos com depressão nunca chega a ser avaliado por um psiquiatra, já que muitas vezes seus sintomas não são devidamente reconhecidos. Esta confusão ocorre até mesmo entre médicos não habituados a lidar com problemas relacionados à saúde mental. Estudos mostram que mais da metade dos pacientes com depressão atendidos por clínicos por apresentarem sintomas físicos, como dores, insônia ou cansaço crônico, acabam não sendo sendo reconhecidos como tal. O diagnóstico correto acaba surgindo apenas após meses ou anos de sintomas e várias consultas a médicos diferentes.

Este é o primeiro texto da série sobre transtorno depressivo, onde vamos abordar os seguintes pontos sobre a depressão:
O que é depressão.
Causas da depressão.
Diferenças entre tristeza e depressão.
Depressão pós-parto.
Sintomas da depressão.
Tipos de depressão .
Diagnóstico da depressão.
Tratamento da depressão.
Mitos sobre a depressão.
O que é depressão?

A depressão é uma doença psiquiátrica crônica, extremamente comum, caracterizada por uma alteração do humor do paciente, deixando-o triste além do normal, desanimado, sem energia, com baixa autoestima e com dificuldade de lidar com sua vida pessoal e profissional.

A depressão foi uma doença muito mal compreendida durante décadas, o que levou a interpretações equivocadas sobre suas causas e sintomas, provocando uma estigmatização dos seus portadores. Até hoje é comum encontrarmos pessoas deprimidas que não aceitam o seu diagnóstico ou familiares/amigos que tratam o paciente deprimido como alguém mentalmente fraco, incapaz de superar as dificuldades da vida. Não se deve tratar o paciente deprimido como alguém simplesmente triste, incapaz de reagir.

Mais do que apenas um ataque de tristeza, a depressão não é uma fraqueza ou falta de disciplina, nem é algo que o paciente possa simplesmente resolver apenas com a vontade própria. Para o deprimido, deixar de estar triste não é que nem o fumante que pretende parar com o cigarro. Não é uma questão de tomar a decisão e manter-se fiel a ela. A depressão é uma doença crônica que geralmente requer tratamento a longo prazo, como são o diabetes ou a hipertensão. Assim como ninguém deixa de ser diabético apenas com a força de vontade e pensamento positivo, a depressão também precisa de ajuda médica para ser controlada.

A depressão pode surgir em qualquer fase da vida, desde a infância até a terceira idade. É uma doença tão comum que estima-se que 12% dos homens e até 25% das mulheres apresentarão algum grau de depressão ao longo de suas vidas.

A depressão é duas vezes mais comum em mulheres que homens e é mais comum em adultos jovens do que em idosos.
Diferenças entre tristeza e depressão

O termo deprimido é muitas vezes usado como sinônimo de triste. Tristeza e depressão são coisas diferentes. Na verdade, a tristeza costuma ser um dos sintomas da depressão, mas só ela não basta para o seu diagnóstico.

A tristeza é uma reação normal e esperada para muitas situações, como a morte de um ente querido, o fim de um relacionamento amoroso, perda do emprego, etc. É completamente normal o indivíduo passar alguns dias ou semanas tristes após situações de perda. Isto não é depressão.

Para ser depressão o quadro de tristeza tem que ser prolongado e acima do normal, sendo suficiente para interferir nas atividades diárias da pessoa, reduzindo a capacidade de cuidar de si mesmo, atrapalhando relacionamentos, prejudicando suas atribuições profissionais, etc. Se você perde um parente e sente-se triste por semanas, isso é normal. Mas se esta tristeza for tão intensa que semanas após a perda você ainda não conseguiu retomar a sua vida em questões básicas, como trabalhar, manter higiene pessoal, cuidar da casa, isso pode ser depressão.

Na tristeza, o indivíduo costuma apresentar períodos de melhora ao longo do dia, conseguindo esquecer por momentos a causa da sua tristeza, como, por exemplo, durante a visita de uma pessoa querida. Na depressão, o sentimento é contínuo e não alivia com a ajuda de outros. A depressão costuma também provocar um sentimento de culpa, mas sem motivo aparente. O deprimido sente uma pesada culpa, mas não sabe explicar bem por quê.

É bom salientar que o paciente deprimido nem sempre apresenta para os amigos e família aquele clássico comportamento de tristeza excessiva. A depressão pode ser mais sutil, manisfestando-se como perda do interesse em atividades que antes eram prazerosas, ausência de planos para o futuro, alterações do padrão do sono, isolamento social ou baixa autoestima. Para estar deprimido não é preciso passar o dia inteiro na cama chorando.

A tristeza sempre tem uma causa, a depressão não. Obviamente, o falecimento de uma pessoa próxima pode desencadear uma depressão, mas nem sempre situações tristes precisam ocorrer para o indivíduo iniciar um quadro de depressão.
Causas da depressão

Assim como acontece em diversas doenças psiquiátricas, não existe uma causa única para a depressão, que parece ser procada pela interação de diversos fatores, sejam eles físicos ou psicológicos.
1- Fatores orgânicos responsáveis pela depressão

A depressão não surge apenas por problemas emocionais ou psicológicos. Já foram reconhecidas vários fatores de risco e causas orgânica para a depressão.
1,1. Genética

Pessoas que possuem familiares com depressão apresentam um maior risco de também desenvolverem a doença, indicando que existe uma vulnerabilidade à depressão que pode ser herdada geneticamente. Na verdade, ter familiares próximos com outras doenças psiquiátricas, como síndrome do pânico, distúrbios afetivo ou até mesmo alcoolismo, também são fatores de risco para depressão.

Apesar de intensos estudos na área, ainda não se conseguiu identificar os genes responsáveis pela vulnerabilidade à depressão.

Apesar da herança genética ser aparentemente um fator importante, ela sozinha não é suficiente para desencadear a doença. Isso é facilmente comprovado através de estudos de irmãos gêmeos idênticos, onde se viu que há concordância em apenas 40% dos casos. Outros fatores além da genética são necessários para que a depressão surja.
1.2. Neurotransmissores

O cérebro humano é uma estrutura altamente complexa, cujo funcionamento depende de centenas de mediadores químicos. Sabemos hoje que boa parte das doenças psiquiátricas estão relacionadas a pelo menos 5 destes neurotransmissores: noradrenalina, serotonina, dopamina, ácido gama aminobutírico (GABA) e acetilcolina.

A abundância ou a falta de alguns destes neurotransmissores em certas partes do cérebro podem desencadear graves distúrbios psiquiátricos e neurológicos. Exemplos: uma falta de dopamina em determinadas áreas da base do cérebro provoca a doença de Parkinson (leia: DOENÇA DE PARKINSON | Sintomas e tratamento). Já a doença de Alzheimer parece estar relacionada com níveis baixos de acetilcolina no cérebro (leia: MAL DE ALZHEIMER | Sintomas e diagnóstico).

A depressão tem origem no funcionamento anormal de alguns destes neurotransmissores, como a dopamina, serotonina, noradrenalina e GABA. Dentre estes, a serotonina parece ter o papel mais relevante, estando habitualmente em níveis reduzidos em pacientes com depressão.
1.3. Uso de drogas ou álcool

As doenças que causam dependência também estão sob a influência destes neurotransmissores citados acima. Drogas e álcool exercem seus efeitos através do aumento da liberação de dopamina no cérebro, o que provoca euforia e uma sensação agradável. O problema é que uso repetido de drogas ou álcool dessensibiliza o sistema da dopamina, fazendo com que o mesmo se acostume com a presença destas substâncias. Por isso, pessoas viciadas precisam cada vez de mais drogas ou álcool para atingirem o mesmo grau de satisfação, podendo deixá-las deprimidas quando estão fora do efeito destas substâncias. O cérebro se acostuma a viver com níveis cada vez mais elevados de neurotransmissores estimulantes, fazendo com que os níveis normais passem a ser insuficientes para controlar o humor do indivíduo.
1.4. Alterações do cérebro

Além da redução da concentração de neurotransmissores, pacientes com depressão crônica também apresentam alterações na anatomia do cérebro, como reduções de volume do lobo frontal e do hipocampo.

Estudos de neuroimagem também evidenciam alterações no funcionamento de várias áreas do cérebro em pessoas com depressão. Pesquisadores descobriram uma área do córtex pré-frontal com uma atividade anormalmente diminuída em pacientes com depressão. Esta região está relacionada com a resposta emocional e tem conexões generalizados com outras áreas do cérebro responsáveis pela regulação de neurotransmissores associados ao humor, como noradrenalina, dopamina e serotonina.
1.5. Doenças cerebrais

É cada vez mais aceita a relação entre o acidente vascular cerebral (AVC) e o surgimento da depressão. Sabemos hoje que a depressão não é somente causada por abalos psicológicos devido às consequências perceptíveis do AVC, como sequelas motoras ou da fala. A própria lesão direta do cérebro pelo derrame aumenta o risco do surgimento da depressão, mesmo que as consequências do AVC não tenham grande efeito psicológico no paciente.

Além do AVC, várias outras doenças neurológicas aumentam o risco de depressão, entre elas, Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla (leia: ESCLEROSE MÚLTIPLA | Sintomas e tratamento), epilepsias (leia: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA | Sintomas e tratamento), tumores do cérebro e traumatismos cranianos.
1.6. Doenças crônicas

Pacientes portadores de doenças crônicas também estão mais vulneráveis ao aparecimento da depressão. As mais comuns são: diabetes, doenças cardíacas, hipotireoidismo, AIDS, cirrose, doença inflamatória intestinal, lúpus, artrite reumatoide, fibromialgia, entre outras.
2- Fatores psicológicos associados à depressão

Estresses emocionais são um importante gatilho para o aparecimento da depressão. Muitas vezes, um evento traumático é fator que falta para um indivíduo susceptível desenvolver um processo depressivo.
2.1. Traumas na infância

Traumas adquiridos na infância são um importante fator de risco para o desenvolvimento da depressão. Entre os traumas estão abusos, ausência do pai, falecimento de um ente próximo, agressões ou falta de afetividade por parte dos pais.

Relações problemáticas com pais, irmãos e colegas são comuns em crianças e adolescentes com depressão. Adultos com depressão também frequentemente relatam pouco envolvimento paterno e superproteção materna durante a primeira infância.

Crianças que sofreram bullying também estão sob maior risco de desenvolverem depressão.
2.2. Estresses emocionais

Embora o transtorno depressivo possa surgir sem quaisquer fator emocional precipitante, estresses e perdas pessoais certamente aumentam o risco. Perdas de pessoas amadas são fatores de risco importantes nos indivíduos mais jovens. Nos idosos com longos casamentos, a perda do esposo ou da esposa também costuma ser um evento desencadeador de depressão.

Dor crônica, doença crônica, incapacidade e doenças que deixam sequelas também podem levar à depressão.

Isolamento social, excesso de críticas e cobranças por parte da família, dificuldade econômica persistente, separação matrimonial ou baixa autoestima também são fatores comuns.

Ter contato próximo e frequente com alguém deprimido também aumenta o risco de depressão.
2.3. Depressão pós-parto

Depressão pós-parto é uma espécie de depressão que algumas mulheres desenvolvem depois de dar à luz. A maioria das mulheres com depressão pós-parto começa a apresentar sintomas no primeiro mês de vida do bebê, mas algumas demoram até 12 meses para desenvolver a depressão. Cerca de 10% das mães sofrem de depressão pós-parto.

No primeiros 2 ou 3 dias após ter um bebê, muitas mulheres costumam apresentar um tipo leve de depressão pós-parto, chamada tristeza pós-parto ou melancolia pós-parto. Este quadro acomete até 80% das mães e se caracteriza por mau humor, irritação, dificuldades de concentração, insônia e crises de choro.

A melancolia pós-parto ocorre por alterações hormonais que surgem com o término da gravidez e por estresses psicológicos causados pela responsabilidade de cuidar de um recém-nascido associado ao cansaço físico que a tarefa provoca. Na maioria dos casos a tristeza pós-parto desaparece em 2 ou 3 semanas.

A depressão pós-parto é um quadro mais importante que a melancolia pós-parto, durando mais tempo e apresentando sintomas mais severos. Mulheres com histórico de depressão estão mais propensas a ter depressão pós-parto do que mulheres que nunca foram deprimidas.

Mulheres com depressão pós-parto costumam não conseguir dormir, mesmo quando seus bebês dormem. Além disso apresentam-se muito irritadas, incapazes de cuidar do bebê, com grave sentimento de culpa e com sentimento de não ter laços afetivos com o novo filho.

A depressão pós-parto pode levar a mãe a ter pensamentos de ferir a si e ao bebê, na maioria dos casos, porém, a mãe consegue reconhecer o absurdo da ideia, tendo capacidade de controlar este estranho pensamento.

A depressão pós-parto pode desaparecer espontaneamente, porém, a ajuda médica é importante, porque em alguns casos a depressão não melhora com o tempo e o há riscos da mãe infligir danos ao filho.

No próximo texto desta série sobre depressão, a ser escrito nos próximos dias, falaremos sobre os tipos de depressão, seus sintomas e como é feito o diagnóstico.

Autor do artigo
Dr. Pedro Pinheiro – Médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2002. Diploma reconhecido pela Universidade do Porto, Portugal. Título de especialista em Medicina Interna pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 2005. Título de Nefrologista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) em 2007. Título de Nefrologista pelo Colégio Português de Nefrologia.

Leia o texto original no site MD.Saúde: O QUE É DEPRESSÃO? http://www.mdsaude.com/2012/04/o-que-e-depressao.html#ixzz1tSL6nJmo

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Osteoartrite de joelho atinge mais mulheres que homens

Por osteoartrite de joelho Afeta mais mulheres que homens
ScienceDaily (3 de agosto de 2011) – A Mayo Clinic ortopedista suspeitar que a dor lancinante e inflamação que as mulheres podem experimentar em seus joelhos pode ser diferente do que encontro homens, e ela foi escolhida para liderar um novo estudo norte-canadense explorar a questão.
Veja também:
Saúde e Medicina
Menopausa
Artrite
Saúde da Mulher
Dor comum
Saúde Masculina
Ginecologia
Referência
Osteoartrite
Artrite
A COX-2 inibidor
Cirurgia ortopédica
A Sociedade de Pesquisa em Saúde da Mulher (SWHR) e seus Estudos Interdisciplinares em sexo-diferenças (ISIS) Rede de Saúde Musculoesquelética foi premiado com um grupo de pesquisadores de uma subvenção $ 127.000 para liderar um projeto piloto para entender se as diferenças biológicas entre homens e mulheres afetam a incidência ea gravidade da osteoartrite do joelho. Maria I. O’Connor, MD, diretor do Departamento de Cirurgia Ortopédica no campus da Clínica Mayo na Flórida, será o principal investigador do estudo.
Osteoartrite, caracterizada por a degradação da cartilagem da articulação, resultando em rigidez e dor, é a forma mais comum de artrite. Ela afeta aproximadamente 27 milhões de americanos.
“Artrose do joelho é uma das principais causas de incapacidade em os EUA e as mulheres têm maior dor e redução da função e qualidade de vida a partir desta condição do que os homens”, diz Dr. O’Connor. “Artrose do joelho é também mais comum em mulheres do que homens.”
Embora os mecanismos subjacentes às diferenças na osteoartrite de joelho entre homens e mulheres ainda não são conhecidos, os estudos recentes indicaram diferenças entre os sexos a nível celular e molecular podem influenciar o desenvolvimento da doença, diz ela. As respostas podem fornecer pistas valiosas para um tratamento mais eficaz e possibilidades de prevenção, o Dr. O’Connor diz.
O estudo irá examinar uma variedade de tecidos humanos normalmente rejeitadas durante a cirurgia de substituição total do joelho que é feita para osteoartrite grave. Os tecidos serão analisadas as possíveis diferenças de fibras de dor e de hormônios e receptores de vitamina D entre os pacientes do sexo feminino e masculino.
“Nosso estudo será o primeiro a explorar se existem verdadeiras diferenças biológicas que resultam em mulheres com esta carga de doença maior”, diz Dr. O’Connor.
“Osteoartrite de joelho é uma doença devastadora e que pode impactar as mulheres de forma diferente do que os homens. SWHR tem o prazer de ter encontrado os cientistas merecedores de assumir esta pesquisa”, afirma Phyllis Greenberger, o presidente da sociedade e CEO. “Esta pesquisa pode beneficiar as multidões de mulheres que sofrem com a dor constante ea inflamação da osteoartrose do joelho.”
O projeto de co-investigadores incluem Karen Berkley, Ph.D., professor emérito, Programa de Neurociência da Universidade Estadual da Flórida; Barbara Boyan, Ph.D., do Gilbert, Preço Jr. Presidente em Engenharia de Tecidos da Wallace H. Coulter Departamento de Engenharia Biomédica do Georgia Institute of Technology e da Universidade de Emory, e reitor adjunto de Pesquisa da Faculdade de Engenharia, Georgia Institute of Technology, e David Hart, Ph.D., Professor Graça Glaum em Arthritis Research, McCaig Institute for Bone & Saúde Conjunto do Departamento de Cirurgia da Universidade de Calgary em Alberta, Canadá.
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A história acima é reproduzido a partir de materiais fornecidos pela Mayo Clinic .
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Mayo Clinic (2011, 03 de agosto). Por osteoartrite do joelho atinge mais mulheres do que homens. ScienceDaily . Retirado 28 de abril de 2012, a partir de
Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.
Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente as do ScienceDaily ou seu pessoal.
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BURSITE E TENDINITE

Bursite e tendinite

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Avaliado abril 2011

Quais são bursite e tendinite?
Fatos: Uma Série de fácil leitura de publicações para o público

Bursite e tendinite são duas condições comuns que causam inchaço em torno de músculos e ossos. Eles ocorrem mais frequentemente no, cotovelo, ombro, punho, quadril, tornozelo, joelho ou.

A bursa é um pequeno saco cheio de fluido que atua como um amortecedor entre um osso e outras partes do corpo em movimento, como músculos, tendões ou pele. Bursas são encontrados por todo o corpo. Bursite ocorre quando a bursa fica inchada.

Um tendão é uma banda flexível de tecido que liga os músculos aos ossos. Os tendões podem ser pequenos, como os encontrados na mão ou tornozelo, ou grande, como o tendão de Aquiles no calcanhar. Tendões ajudar a criar o movimento fazendo com que os músculos empurrar ou puxar os ossos de diferentes maneiras. A tendinite é a grave inchaço de um tendão.

O que causa estas condições?
Que partes do corpo são afetados?
Tennis Elbow e do jogador de golfe Elbow
tendinite de ombro, bursite, e Síndrome do Impacto
tendinite do joelho ou Jumper do joelho
tendinite de Aquiles
Como são essas condições Diagnosticados?
Que tipo de profissional de saúde trata essas condições?
Como são bursite e tendinite tratada?
Pode bursite e tendinite pode ser prevenido?
O que os pesquisadores estão de Aprendizagem?
O que causa estas condições?

As pessoas ficam bursite pelo uso abusivo de uma articulação. Também pode ser causado por trauma directa. Ocorre geralmente no joelho ou cotovelo. De joelhos ou inclinando-se os cotovelos em uma superfície dura por um longo tempo pode fazer start bursite. Tendinite normalmente ocorre após lesão repetido para uma determinada área, tais como o pulso ou tornozelo. Tendões tornam-se menos flexível com a idade e tornam-se mais propensos a danos.

Fazendo os mesmos tipos de movimentos, todos os dias ou colocar o estresse sobre as articulações, aumenta o risco para ambas as condições. Pessoas como carpinteiros, jardineiros, músicos, atletas e muitas vezes obter bursite ou tendinite.

Infecção, artrite, gota, doenças da tireóide, diabetes e também pode causar inchaço da bursa ou tendão. Ambos bursite e tendinite são mais freqüentes quanto mais você envelhece.

Que partes do corpo são afetados?

Causa dor de tendinite e dor ao redor de uma articulação. Algumas formas comuns de tendinite são nomeados após os esportes que aumentam seu risco. Eles incluem o cotovelo de tenista, cotovelo do golfista, ombro arremessador, ombro do nadador, e joelho saltador.

Tennis Elbow e cotovelo do golfista

Tênis cotovelo é uma lesão no tendão no cotovelo exterior. Cotovelo do golfista afeta o tendão interno do cotovelo. Qualquer atividade que envolve um monte de giro punho ou a mão de agarrar, como o uso de ferramentas, apertando as mãos, ou torção, pode trazer a essas condições. A dor ocorre próximo ao cotovelo. Também pode viajar para a parte superior do braço ou antebraço.

Síndrome de tendinite de ombro, bursite, e Invasão

Dois tipos de tendinite pode afectar o ombro. Biceps tendinite causa dor na parte frontal ou lateral do ombro. A dor também pode viajar até ao cotovelo e antebraço. Aumentar o seu braço sobre sua cabeça também pode ser doloroso. O músculo bíceps na parte da frente da parte superior do braço ajuda a proteger o osso do braço na base do ombro. Ele também ajuda a controlar a velocidade do braço, durante o movimento sobrecarga. Por exemplo, você pode sentir dor ao balançar uma raquete ou lançando uma bola.

Tendinite do manguito rotador do ombro causa dor na parte superior do ombro e do braço. Alcançar, empurrar, puxar, ou levantar o braço acima do nível do ombro pode piorar a dor.

Mesmo deitado sobre o lado doloroso pode piorar o problema. O manguito rotador é um grupo de músculos que anexar o braço para o ombro. Este “cuff” permite que o braço para levantar e torcer. Repetido movimento dos braços pode causar danos e desgaste dos tendões, músculos e ossos. Síndrome do impacto é uma compressão do manguito rotador.

Trabalhos que exijam sobrecarga frequente atingindo e esportes envolvendo lotes de uso do ombro pode danificar o manguito rotador ou bursa. A artrite reumatóide também pode inflamar o manguito rotador e resultam em tendinite e bursite. Qualquer um destes pode levar ao inchaço grave e choque.

A tendinite do joelho ou do joelho saltador

Se você overuse um tendão durante atividades como dançar, andar de bicicleta, ou em execução, ele pode tornar-se esticados, rasgado e inchado. Tentando quebrar uma queda também pode danificar tendões ao redor da rótula. Este tipo de lesão geralmente acontece com pessoas mais velhas cujos tendões pode ser mais fraco e menos flexível. Dor nos tendões ao redor do joelho é às vezes chamado joelho saltador. Isso é porque muitas vezes acontece com jovens que praticam esportes como basquete. O uso excessivo dos músculos e da força de bater no chão após um salto pode forçar o tendão. Após o estresse repetido de saltos, o tendão pode inchar ou rasgar.

Pessoas com tendinite no joelho pode sentir dor ao correr, saltar, ou andando rapidamente. Tendinite no joelho pode aumentar o risco de grandes lágrimas ao tendão.

A tendinite de Aquiles

O tendão de Aquiles liga o músculo de vitela a parte de trás do calcanhar. A tendinite de Aquiles é uma lesão comum, que faz com que o tendão inchar, alongamento, ou lágrima. É geralmente causada por excesso de uso. Ela também pode resultar de músculos da panturrilha apertados ou fraco. Envelhecimento normal e artrite também pode endurecer a tendão.

Lesões do tendão de Aquiles pode acontecer quando subir escadas ou sobrecarregando o músculo da panturrilha. Mas essas lesões são mais comuns em “guerreiros de fim de semana” que não se exercitam regularmente ou não ter tempo para aquecer antes que eles fazem. Entre os atletas, a maioria das lesões de Aquiles parece ocorrer na corrida ou saltos de esportes. Os atletas que jogam futebol, tênis, basquete e podem ser afectados por tendinite de Aquiles. Uma lesão quase sempre retira o atleta para o resto da temporada.

A tendinite de Aquiles pode ser uma condição de longo prazo. Ele também pode causar o que parece ser uma lesão súbita. Quando um tendão é enfraquecida pela idade ou pelo uso excessivo, trauma pode causar ruptura. Estas lesões podem ser repentinas e agonizante.

Como são essas condições diagnosticada?

O diagnóstico de tendinite e bursite começa com uma história clínica e exame físico. Você vai descrever a dor e quando e onde a dor ocorre. O médico pode pedir-lhe se ele fica melhor ou pior durante o dia. Outra dica importante é o que faz a dor desaparecer ou voltar. Existem outros exames o médico pode utilizar, incluindo:

Teste de tensão seletivo tecido para descobrir qual tendão é afetada.
Palpação ou tocar em áreas específicas do tendão de identificar o inchaço.
De raios X para descartar problemas de artrite ou de osso.
RM (ressonância nuclear magnética), a qual pode mostrar danos tanto osso e tecido macio.
Teste de injeção de anestésico para ver se a dor vai embora.
Tomar líquido da área inchada para descartar infecção.
Que tipo de profissional de saúde trata essas condições?

O seu médico assistente ou um fisioterapeuta pode tratar a maioria dos casos de tendinite e bursite. Os casos que não respondem ao tratamento normal pode ser encaminhada para um especialista.

Como são bursite e tendinite tratada?

O foco do tratamento é curar os feridos bursa ou tendão. O primeiro passo é o de reduzir a dor e inchaço. Isto pode ser feito com repouso, bem de embalagem ou elevando a área afetada, ou tomando medicamentos que derrubam o inchaço. A aspirina, naproxeno, ibuprofeno e todos servem para este propósito. Ice pode ser útil em recentes, lesões graves, mas é de pouco ou nenhum uso a longo prazo dos casos. Quando o gelo é necessário, um bloco de gelo pode ser realizada sobre a área afectada durante 15 a 20 minutos a cada 4 a 6 horas para 3 a 5 dias. Um profissional de saúde pode sugerir o uso prolongado de gelo e um programa de alongamento.

Seu médico também pode sugerir limitando as atividades que envolvem a articulação afetada.

Equipamentos de apoio podem ser sugeridas, tais como:

Uma banda de cotovelo cotovelo de tenista
Uma cinta para o tornozelo ou pé
A tala para o joelho ou mão.
Outros tratamentos podem incluir:

O ultra-som, que são suaves ondas sonoras vibrações que aquecer tecidos profundos e melhoram o fluxo sanguíneo
Uma corrente elétrica que empurra um corticosteróide através da pele diretamente sobre a bursa ou tendão inchado
Exercícios leves de alongamento e fortalecimento
Massagem do tecido mole.
Se não houver melhora, o médico pode injetar uma droga na área ao redor da bursa ou tendão inchado. Se a junta ainda não melhorar depois de 6 a 12 meses, o médico pode realizar uma cirurgia para reparar danos e aliviar a pressão sobre os tendões e bursas.

Se a bursite é causada por uma infecção, o médico irá prescrever antibióticos.

Se um tendão é completamente rasgado, a cirurgia pode ser necessária para reparar o dano.

Reparar um tendão lágrima requer um programa de exercícios para restaurar a capacidade de dobrar e esticar a articulação e para fortalecer os músculos em torno dele para evitar lesões de repetição. Um programa de exercícios pode durar 6 meses.

Bursite e Tendinite pode ser prevenido?

Para ajudar a evitar o inchaço ou reduzir o número de crises, você pode fazer várias coisas. A lista a seguir foi adaptado de MayoClinic.com.

Aquecer ou alongar antes do exercício.
Fortalecer os músculos ao redor da articulação.
Faça pausas freqüentes de tarefas repetitivas.
Amortecer a articulação afetada com espuma (joelheiras, cotoveleiras).
Aumentar a superfície de fixação de ferramentas, usando luvas, lixa ou outro revestimento.
Use um aperto enorme em clubes de golfe.
Use um backhand de duas mãos no tênis.
Use as duas mãos para segurar ferramentas pesadas.
Não ficar parado por longos períodos.
Pratique uma boa postura.
Posicione seu corpo corretamente quando realizar tarefas cotidianas.
Começar novas atividades ou exercícios lentamente.
Se você tem uma história de tendinite, considerar a falar com seu médico antes de iniciar um novo exercício.
O que os pesquisadores estão de Aprendizagem?

Os pesquisadores apoiados pelo Instituto Nacional de Artrite e Doenças Musculosqueléticas e da Pele (NIAMS) estão estudando bursite e tendinite das seguintes maneiras:

O papel do sistema imunitário na inflamação da tendinite para criar melhores estratégias para a prevenção e tratamento
Questões do local de trabalho que determinam o aparecimento da tendinite e outros trabalhos relacionados com lesões músculo-esqueléticas.
Para mais informação sobre bursite e tendinite e outras condições relacionadas:

Instituto Nacional de Artrite e Doenças Musculosqueléticas e da Pele (NIAMS)
Informação Clearinghouse
National Institutes of Health

1 AMS Círculo
Bethesda, MD 20892-3675
Telefone: 301-495-4484
Toll Free: 877-22-NIAMS (877-226-4267)
TTY: 301-565-2966
Fax: 301-718-6366
E-mail: NIAMSinfo mail @ . nih.gov
Website: http://www.niams.nih.gov

As informações contidas nesta publicação foi resumida em fácil de ler formato a partir de informações em um livreto NIAMS mais detalhada. Para encomendar o Q bursite e tendinite e uma versão em texto completo, favor contatar o NIAMS utilizando as informações de contato acima. Para ver o texto completo ou para encomendar online, visite http://www.niams.nih.gov .

Para sua Informação

Esta publicação contém informações sobre os medicamentos usados ​​para tratar o estado de saúde discutido aqui. Quando esta publicação foi desenvolvida, nós incluímos o mais up-to-date (preciso) as informações disponíveis. Ocasionalmente, novas informações sobre a medicação é liberada.

Para atualizações e para todas as perguntas sobre quaisquer medicamentos que está tomando, entre em contato

EUA Food and Drug Administration

Toll Free: 888-INFO-FDA (888-463-6332)
Website: http://www.fda.gov/

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