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Dor nas costas? pacientes que seguiram para…

Dor nas costas? Pacientes que seguiram as recomendações para mover Apesar de dor nas costas se saíram melhor do que aqueles que descansaram em pequeno estudo

ScienceDaily (20 de setembro de 2011) – Um pesquisador da Academia Sahlgrenska, da Universidade de Gotemburgo, sugere que as pessoas com dor nas costas que são aconselhados a permanecer ativo deve mover-se apesar da dor, não descanso. Pacientes com lombalgia aguda, que foram aconselhados a permanecer ativo apesar da dor se saíram melhor do que aqueles que foram orientados a ajustar a sua actividade em linha com sua dor.

A tese analisou 109 pacientes com dor lowback aguda grave. Eles foram aleatoriamente aconselhados em uma de duas maneiras: “mantenha-se activo, embora dói” ou “ajustar a sua actividade para a dor.” Eles também foram solicitados a manter um diário por sete dias e notar quantos passos eles tomaram a cada dia, em que medida eles poderiam realizar o seu dia-a-dia e como se sentiram fisicamente. Eles também preencheram um formulário para mostrar se se sentiam deprimidas ou não.

Apesar de ter mais dor, o grupo que foi aconselhado a ser tão ativa quanto possível recuperar mais rapidamente e não se sentir deprimido no final do follow-up.

“A outra categoria, que tinha sido avisado desde o início para ajustar a sua actividade para a sua dor, eram menos móveis e senti um pouco deprimido em comparação com os pacientes que estavam ativos”, diz Olaya-Contreras, pesquisador do Departamento da Academia Sahlgrenska de Ortopedia.

Ela acredita que este poderia ser porque algumas pessoas que estão deprimidas e em sentir dor a dor mais aguda. Outra explicação poderia ser que quanto mais aguda a dor é percebida como, menos uma pessoa quer ou é capaz de se mover. Este, de acordo com Olaya-Contreras, está de acordo com pesquisas anteriores.

“Eu acho que se você está sofrendo com dor lombar aguda, você deve tentar permanecer tão ativo quanto possível e ir sobre seu negócio diário, bem como você pode. Se você não se manter em movimento, é fácil ficar trancado em um espiral descendente, como a inatividade combinado com a dor pode, em um cenário de pior caso, se transformar em incapacidade a longo prazo e uma incapacidade de trabalho que, por sua vez, pode levar à depressão e mais dor. ”

Olaya-Contreras, portanto, considera que o serviço de saúde deve introduzir uma investigação de rotina para determinar a base psico-social das causas dos problemas dos pacientes de volta. Isso poderia medir o grau de depressão percebida, assim como ansiedade e medo do movimento.

“Os resultados da investigação e discussão associada pode levar a doentes a tomar um papel mais ativo e assumir a responsabilidade pelo seu tratamento”, diz Olaya-Contreras. “Também acredito que ele pode ajudar os pacientes a se concentrar mais nos recursos positivos que eles próprios têm de lidar com a dor e dominar vários movimentos físicos mesmo que dói.”

Problemas para trás

Dor lombar afeta até 80% das pessoas em idade de trabalhar em algum momento de suas vidas, embora a maioria vai ficar melhor. Dor lombar pode ser recorrente, e algumas pessoas continuarão a sofrer com algum grau de dor. Em 85-90% dos casos a dor não pode ser atribuída a uma doença específica ou lesão.

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Fonte história:

A história acima é reproduzida (com adaptações editorial de Ciência diário pessoal) de materiais fornecidos pela Universidade de Gotemburgo , via AlphaGalileo .


Jornal de referência :

  1. Olaya-Contreras P, styf J, M Lundberg e B. Jansson. validação cruzada da Depressão, Ansiedade, Escala e Outlook Positivo (DAPOS) para uso clínico . Clin J Dor , 2011 Maio, 27 (4): 330 – 7
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Universidade de Gotemburgo (2011, 20 de setembro). Dor nas costas? Pacientes que seguiram as recomendações para se mover, apesar dor nas costas se saíram melhor do que aqueles que descansou no pequeno estudo. ScienceDaily . Retirado 21 de setembro de 2011, a partir de

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Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente os de ScienceDaily ou seus funcionários.

 

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O tramento continuo para o lupus pode aumentar…

O tratamento continuou por Lupus pode aumentar sobrevida destes pacientes em estágio final de doença renal

ScienceDaily (21 de setembro de 2011) – Pesquisadores do Albert Einstein College of Medicine da Yeshiva University mostraram que estreita supervisão por reumatologistas eo uso de drogas imunossupressoras melhorar a sobrevida de pacientes com lupus com estágio final da doença renal – uma descoberta que pode reversa longa prática clínica. Seu estudo foi publicado na edição de setembro online 1 do Journal of Rheumatology.

Pelo menos 1,5 milhões de americanos (mais de 90 por cento dos quais são mulheres) têm lupus (oficialmente conhecida como lúpus eritematoso), uma doença crônica auto-imune que pode danificar vários órgãos do corpo. O tratamento geralmente envolve o uso de drogas imunossupressoras para neutralizar o ataque do sistema imunológico do corpo. A doença renal é uma complicação comum do lúpus, e até 30 por cento dos pacientes com lúpus relacionados com doença renal em estágio final, em última análise o desenvolvimento de insuficiência renal.

“O processo da doença lúpus foi pensado para tornar-se inativo, uma vez insuficiência renal se desenvolve”, disse o autor Anna Broder, MD, professor assistente de medicina no Einstein. “Como resultado, os pacientes geralmente não têm sido incentivados a continuar com medicamentos imunossupressores ou para acompanhar com os seus reumatologistas após o desenvolvimento de estágio final da doença renal. Mas os estudos recentes têm sugerido que o lúpus pode, efectivamente, permanecem ativos após os pacientes começam a diálise ou receber um transplante de rim. ”

“Nossa pesquisa mostra pela primeira vez que a sub-supervisão e sub-tratamento destes pacientes com lúpus foi associado com um risco aumentado de morte”, disse Dr. Broder.

Os pesquisadores Einstein revisamos os prontuários de 80 pacientes com lúpus com estágio final da doença renal que haviam sido iniciados em terapia de substituição renal (isto é, ou diálise ou transplante renal). Vinte e dois dos pacientes tinha sido visto com frequência em clínicas de reumatologia (duas ou mais visitas por ano), enquanto os outros 58 pacientes foram seguidos com pouca freqüência (menos de duas visitas por ano).

Quatro anos após o início da terapia de substituição renal, os pacientes que continuaram a ser tratados com medicamentos imunossupressores foram menos propensos a ter morrido em comparação com pacientes que tomaram apenas baixas doses de prednisona ou nenhuma medicação. (Na verdade, os pacientes que não receberam medicação foram 13 vezes mais probabilidade de ter morrido em comparação com pacientes tratados com uma combinação de terapias imunossupressoras.) O estudo também descobriu que pacientes com lúpus que visitou seu reumatologista, pelo menos, duas vezes por ano após o início da diálise tinham significativamente mais elevados taxas de quatro anos de sobrevida em comparação com pacientes que passaram por menos visitas de acompanhamento.

“Se estes resultados forem confirmados por estudos futuros”, disse Dr. Broder “, que pode alterar significativamente a forma como pacientes com lúpus em estágio final de insuficiência renal são gerenciados enquanto em diálise ou após receber transplantes de rim.”

Outros autores do estudo foram Saakshi Khattri, MD, Montefiore Medical Center; Ruchi Patel, MD, Jacobi Medical Center e autor sênior Chaim Putterman, MD, professor de medicina e chefe de reumatologia no Einstein. Esta pesquisa foi financiada em parte pelo Instituto Nacional de Artrite e doenças osteomusculares e de pele, parte do National Institutes of Health.

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Fonte história:

A história acima é reproduzida (com adaptações editorial de Ciência diário pessoal) a partir de materiais fornecidos pelo Albert Einstein College of Medicine , através de EurekAlert! , um serviço da AAAS.


Jornal de referência :

  1. . A. Broder, S. Khattri, R. Patel, C. Putterman subtratamento da atividade da doença em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico com insuficiência renal crônica terminal está associado ao aumento da mortalidade global . The Journal of Rheumatology , 2011; DOI: 10.3899/jrheum 0,110571
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APA

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Albert Einstein College of Medicine (2011, 21 de setembro). Continuação do tratamento para o lúpus pode aumentar a sobrevida dos pacientes com estágio final da doença renal. ScienceDaily . Retirado 21 de setembro de 2011, a partir de

Nota: Se nenhum autor é dada, a fonte é citada em seu lugar.

Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente os de ScienceDaily ou seus funcionários.

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Calcitonina oral = mostrou ser mais eficaz que…

Calcitonina Oral mais eficaz que a de uso nasal

MedPage por Nancy Walsh, Staff Writer, hoje Publicado em: 20 de setembro de 2011 Avaliado por  Robert Jasmer, MD , Professor Associado de Medicina Clínica, Universidade da Califórnia, San Francisco e Caputo Dorothy, MA, RN, BC-ADM, CDE, Planner Nurse
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SAN DIEGO – Uma formulação oral de calcitonina de salmão foi mais eficaz do que a preparação nasal para aumentar a densidade mineral óssea (DMO) em mulheres na pós-menopausa, os pesquisadores disseram aqui. Em uma multinacional de fase III julgamento, mulheres randomizados para 48 semanas de tratamento com calcitonina por via oral (200 mg por dia) tiveram um aumento na densidade mineral óssea da coluna lombar de 1,53% em comparação com os valores basais ( P <0,001), de acordo com Neil Binkley, MD, da Universidade de Wisconsin em Madison, e colegas. Em contraste, as mulheres que receberam 200 UI calcitonina nasal apresentou um aumento de 0,76% ( P = 0,014), enquanto que receberam placebo tiveram um aumento não significativo 0,47%, Binkley relatados na reunião anual da Sociedade Americana para Pesquisa Mineral e Óssea.

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Pontos de Ação


    • Note-se que este estudo foi publicado como um resumo e apresentado em uma conferência. Estes dados e conclusões devem ser considerados preliminares até publicado em um jornal peer-reviewed.
    • Explicar que uma formulação oral de calcitonina de salmão foi mais eficaz do que a preparação nasal para aumentar a densidade mineral óssea (DMO) em mulheres pós-menopáusicas.
  • Note-se que o tratamento calcitonina de salmão provou ser superior em aumento da DMO na coluna lombar para a população com intenção de tratar.

A população do estudo consistiu de 565 mulheres pós-menopáusicas cujo DMO T-score na coluna lombar, colo do fêmur ou do quadril total foi de -2,5, ou cuja pontuação foi de -2 T se eles já tiveram uma fratura vertebral. 

A idade média foi de 66, índice de massa corporal médio foi de 26, e quase todos eram brancos.

Todos os participantes receberam cálcio (1.000 mg) e vitamina D (800 UI) para uso a cada dia.

Este foi um estudo de não inferioridade, que tinha um poder de 80% para detectar uma margem de não inferioridade de 50%, como foi solicitado pelas autoridades reguladoras, de acordo com Binkley.

“O estudo tinha o potencial para declarar superioridade, contudo,” ele disse.

E o tratamento calcitonina de salmão provou ser superior em aumento da DMO na coluna lombar para a intenção de tratar a população (delta 0,77%, 95% CI 0,09-1,45, P = 0,026), bem como na análise por protocolo ( delta de 1,05%, 95% CI 0,32-1,78, P = 0,005), Binkley relatados.

A DMO do colo femoral também melhorou em maior medida com a droga oral, embora esta não alcançou significância estatística.

Marcadores de reabsorção óssea, como CTx jejum, também foram significativamente menores de 48 semanas, tendo diminuído de 29,9% no grupo calcitonina oral e 11,4% no grupo nasal ( P <0,001).

“Como seria de esperar numa população nesta idade, eventos adversos foram observados em cerca de 80% de todos os grupos, com eventos graves sendo visto em cerca de 7%”, disse ele.

O evento mais comum foi o desconforto abdominal, que foi relatada por cerca de 25% dos participantes em todos os grupos.

Eosinofilia desenvolvido em 5% de todos os pacientes, mas não houve sintomas de hipersensibilidade associada.

“Era de interesse que as mulheres um número significativamente menor no grupo orais desenvolveu anticorpos contra a calcitonina, sugerindo que esta formulação é menos imunogênica do que a preparação nasal”, disse ele.

Uma possível explicação para isso poderia ser que a produção de anticorpos é maior para exposição nasal do que para o trato gastrointestinal, disse ele.

O estudo foi financiado pela Tarsa Therapeutics, o desenvolvedor do Ostora, uma versão tablet oral de calcitonina.

Binkley recebeu bolsas de pesquisa da Tarsa.

Fonte primária: Sociedade Americana para Pesquisa Mineral Óssea e
de referência Fonte:
Binkley N, et al “Os resultados do estudo Oracal: A fase 3 randomizado da segurança e eficácia de comprimidos administrados por via oral recombinante calcitonina de salmão em mulheres pós-menopáusicas com osteoporose” ASBMR 2011 ; Abstract 1134.
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O que é Alzheimer?

Sinônimos: mal de alzheimer, doença de alzheimer

No Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Seis por cento delas sofrem do Mal de Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). Em todo o mundo, 15 milhões de pessoas têm Alzheimer, doença incurável acompanhada de graves transtornos às vítimas. Nos Estados Unidos, é a quarta causa de morte de idosos entre 75 e 80 anos. Perde apenas para infarto, derrame e câncer.

O Mal de Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções intelectuais, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social e interferindo no comportamento e na personalidade. De início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Pode até lembrar com precisão acontecimentos de anos atrás, mas esquecer que acabou de realizar uma refeição. Com a evolução do quadro, a doença causa grande impacto no cotidiano da pessoa e afeta a capacidade de aprendizado, atenção, orientação, compreensão e linguagem. A pessoa fica cada vez mais dependente da ajuda dos outros, até mesmo para rotinas básicas, como a higiene pessoal e a alimentação.

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Perguntas frequentes

1) Por que interditar a pessoa portadora da doença de Alzheimer?

Um dos grandes problemas causados pela doença de Alzheimer é a redução da capacidade de discernimento, isto é, o doente não consegue entender a consequência dos seus atos, não manifesta a sua vontade, não desenvolve raciocínio lógico por causa dos lapsos de memória e perde a capacidade de comunicação, impossibilitando que as pessoas o compreendam. Por isso, a lei o considera civilmente incapaz.

A interdição serve como medida de proteção para preservar o paciente de determinados riscos que envolvem a prática de certos atos como, por exemplo, evitar que pessoas “experientes” aproveitem-se da deficiência de discernimento do paciente para efetuar manobras desleais, causando diversos prejuízos, principalmente, de ordem patrimonial e moral.

Como exemplo, podemos citar a venda de um imóvel ou de um veículo, retirada de dinheiro do banco, emissão de cheques, entre outros.

A interdição declara a incapacidade do paciente que não poderá, por si próprio, pratica ou exercer pessoalmente determinados atos da vida civil, necessitando, para tanto, ser representado por outra pessoa. Esse representante é o curador.

2) Como interditar o paciente?

A interdição é feita através de processo judicial, sendo necessário, para tanto, a atuação de um advogado. Entretanto, em alguns casos específicos, o Ministério Público poderá atuar, sendo, nesse caso, desnecessária a representação por advogado. No processo de interdição, o paciente será avaliado por perito médico que atestará a capacidade de discernimento da pessoa. O laudo emitido servirá de orientação para o juiz decidir pela intervenção, ou não. Além disso, o paciente deverá ser levado até a presença do juiz (se houver possibilidade) para que este possa conhecê-lo.

3) Quem é o curador?

Curador é o representante do interditado (no caso, o doente de Alzheimer) nomeado pelo juiz, que passará a exercer todos os atos da vida civil no lugar do paciente interditado. Irá administrar os bens, assinar documentos, enfim, cuidará da vida civil do paciente.

Para facilitar a compreensão, é só imaginar a relação existente entre os pais e o filho menor de idade. A criança não pode assinar contratos, quem os assina em seu lugar são seus pais. A criança também não pode movimentar conta no banco, necessitando da representação dos seus pais para tanto. Com a interdição, podemos comparar o paciente interditado como sendo a criança, e os pais, o curador.

4) E a “procuração de plenos poderes”, não possui a mesma finalidade da interdição?

Não, a interdição é mais ampla. Se o paciente não for interditado, todos os atos praticados por ele serão válidos, a princípio. Ao passo que, se ele for interditado, seus atos serão NULOS. A procuração, por sua vez, não tem esse “poder”, apenas confere ao representante o direito de atuar dentro dos limites a ele conferido na procuração, geralmente administrar patrimônio e assinar documentos – o paciente poderia praticar atos autônomos causando uma série de prejuízos. Atos, estes, que serão tidos como válidos, se praticados com boa-fé. Muitas vezes, a procuração se torna inviável porque o paciente não consegue assiná-la.

5) O que é o auxílio-cuidador pago pelo INSS?

É o acréscimo de 25% ao valor da aposentadoria quando o segurado, aposentado por invalidez, necessita de assistência permanente de outra pessoa. Muitas confusões são feitas em relação a este benefício.

Ele não é devido a quem necessita de um cuidador permanente, mas, sim, a quem se aposentou por invalidez devido a uma doença que precisa de cuidador em tempo integral.

6) O que é o benefício da prestação continuada paga pelo INSS?

É a garantia de um salário mínimo mensal, pago pelo INSS, à pessoa portadora de deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais, que comprove não possuir meios de prover a própria manutenção, nem de tê-la provida por sua família. Para ter direito a esse benefício, o idoso não precisa ter contribuído à Seguridade Social, mas precisa provar que sua família possui renda mensal per capta (por pessoa da família) inferior a 1/4 do salário mínimo. Exemplo: um idoso com mais de 65 anos que resida na casa de sua filha, com o genro e mais dois netos. No caso de somente o genro trabalhar e ganhar R$ 1.000,00 por mês. Dividiremos R$ 1.000,00 por cinco pessoas (casal, dois filhos e o idoso), obteremos R$ 200,00 por pessoa – valor menor que um salário mínimo. Assim, nesse exemplo, o idoso tem direito ao benefício.

Causas

A causa do Alzheimer é desconhecida, mas seus efeitos deixam marcas fortes no paciente. Normalmente, atinge a população de idade mais avançada, embora se registrem casos em gente jovem. Os cientistas já conseguiram identificar um componente genético do problema, só que estão longe de uma solução.

Sintomas

Um aspecto fundamental da doença é a manutenção do chamado estado de alerta. A doença não reduz o estado de consciência. O paciente responde tanto aos estímulos internos quanto aos externos. Pode responder mal ou errado, mas está de “olho aberto”, acompanhando as pessoas e tudo o que acontece em sua volta. Muitas vezes, os sintomas mais comuns, como a perda da memória e distúrbios de comportamento, são associados ao envelhecimento.

Mesmo com uma aparência saudável, os portadores do Mal de Alzheimer precisam de assistência ao longo das 24 horas do dia. O quadro da doença evolui rapidamente, em média, por um período de cinco a dez anos. Os pacientes, em geral, morrem nessa fase.

Diagnóstico

Diagnosticar alguém com o Mal de Alzheimer não é tarefa fácil. A família do idoso imagina que se trata apenas de um problema consequente da idade avançada e não procura a ajuda de um especialista. Ao notar sintomas da doença, o próprio portador tende a escondê-los por vergonha. A família precisa estar atenta e, se identificar algo incomum, deve encaminhar o idoso à unidade de saúde mais próxima, mesmo que ela não tenha um geriatra ou um neurologista. É preciso diferenciar o esquecimento normal de manifestações mais graves e frequentes, que são sintomas da doença. Não é porque a pessoa está mais velha que não vai mais se lembrar do que é importante.

O acompanhamento médico é essencial para que se identifique corretamente a existência ou não do Alzheimer. Outras doenças, como a hipertensão – que dificulta a oxigenação do cérebro -, também podem originar falta de memória e sintomas de demências. Existem também demências que podem ser tratadas, como a provocada pelo hipotireoidismo.

Em 2002, o Ministério da Saúde publicou a portaria que instituiu no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) o Programa de Assistência aos Portadores da Doença de Alzheimer. Esse programa funciona por meio dos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, que são responsáveis pelo diagnóstico, tratamento, acompanhamento dos pacientes e orientação aos familiares e atendentes dos portadores de Alzheimer. No momento, há 26 Centros de Referência já cadastrados no Brasil.

O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, vem investindo na capacitação de profissionais do SUS para atendimento aos idosos. O envelhecimento da nossa população é um fenômeno recente, pois, até os anos 50, a expectativa de vida da população era de aproximadamente 40 anos, observa. Atualmente a esperança de vida da população é de 71 anos de idade, lembra a coordenadora.

Estimativas do Ministério da Saúde indicam que 73% das pessoas com mais de 60 anos dependem exclusivamente do SUS. O atendimento aos pacientes que sofrem do Mal de Alzheimer acontece não só nos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, mas também nas unidades ambulatoriais de saúde.

Tratamento

O SUS oferece, por meio do Programa de Medicamentos Excepcionais, a rivastigmina, a galantamina e o donepezil, remédios utilizados para o tratamento. É bom lembrar que os medicamentos não impedem a evolução da doença, que não tem cura. Os medicamentos para a demência têm alguma utilidade no estágio inicial, podendo apenas amenizar ou retardar os efeitos da doença.

1ª. Tratamento dos distúrbios de comportamento:

Para controlar a confusão, a agressividade e a depressão, muito comuns nos idosos com demência. Algumas vezes, só com remédio do tipo calmante e neurolépticos (haldol, neozine, neuleptil, risperidona, melleril,entre outros) pode ser difícil controlar. Assim, temos outros recursos não medicamentosos, para haver um melhor controle da situação.

2ª. Tratamento específico:

Dirigido para tentar melhorar o déficit de memória, corrigindo o desequilíbrio químico do cérebro. Drogas como a rivastigmina (Exelon ou Prometax), donepezil (Eranz), galantamina (Reminyl), entre outras, podem funcionar melhor no início da doença, até a fase intermediária. Porém, seu efeito pode ser temporário, pois a doença de Alzheimer continua, infelizmente, progredindo. Estas drogas possuem efeitos colaterais (principalmente gástrico), que podem inviabilizar o seu uso. Também há o fato de que somente uma parcela dos idosos melhoram efetivamente com o uso destas drogas chamadas anticolinesterásicos, ou seja, não resolve em todos os idosos demenciados. Outra droga, recentemente lançada, é a memantina (Ebix ou Alois), que atua diferente dos anticolinesterásico. A memantina é um antagonista não competitivo dos receptores NMDA do glutamato. É mais usado na fase intermediária para avançada, melhorando, em alguns casos, a dependência do portador para tarefas do dia a dia.

Convivendo/ Prognóstico

Quanto mais os efeitos do Mal de Alzheimer avançam em seu corpo, mais o paciente tende a se afastar completamente do convívio social. O ator norte-americano Charles Bronson foi uma das vítimas da doença. Perto de perder a vida, aos 81 anos, em 2003, o ator de Era uma Vez no Oeste praticamente havia esquecido a sua identidade e não se lembrava de nada de seu passado como astro de Hollywood. O ex-presidente norte-americano Ronald Reagan, morto em 2004, foi outra vítima famosa. O problema de saúde tirou o político das atividades públicas, em sua última década de vida.

A família e a sociedade podem dar um grande apoio às vítimas da doença. A Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) é formada por familiares dos pacientes e conta com a ajuda de vários profissionais, como médicos e terapeutas. A associação promove encontros para que as famílias troquem experiências e aprendam a cuidar e a entender a doença e seus efeitos na vida dos idosos. Para a coordenadora de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Neidil Espínola, mesmo com o desgaste, as famílias podem entender que, se o paciente sofre de uma doença incurável, pelo menos ele pode ser cuidado e receber carinho.

Prevenção

Incurável, o Alzheimer ainda não possui uma forma de prevenção. Os médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social permite, pelo menos, retardar a manifestação da doença. Entre as atividades recomendadas para estimular a memória, estão: leitura constante, exercícios de aritmética, jogos inteligentes e participação em atividades de grupo.

Fontes e referências:

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FIBROBLASTOS.

Fibroblastos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
  (Redirecionado de fibroblastos )
Fibroblastos
NIH 3T3.jpg
NIH/3T3 fibroblastos em cultura de células
Latino fibroblastus
Código TH H2.00.03.0.01002

fibroblasto é um tipo de célula que sintetiza a matriz extracelular e colágeno , [ 1 ] o quadro estrutural ( estroma ) para os tecidos de animais, e desempenha um papel crítico nacicatrização de feridas . Fibroblastos são as células mais comuns do tecido conjuntivo nos animais.

Conteúdo

hide ]

editar ]Antecedentes

Fibroblastos e fibrócitos são dois estados das mesmas células, sendo o primeiro o estado ativado, este último o estado menos ativo, preocupado com a manutenção e metabolismo do tecido. Atualmente, há uma tendência para chamar os fibroblastos formas. O sufixo “explosão” é usado em biologia celular para denotar uma célula-tronco ou uma célula em um estado ativado do metabolismo .

Fibroblastos são morfologicamente heterogênea, com aparências diversas, dependendo da sua localização e atividade. Embora morfologicamente discreto, ectopicamente fibroblastos transplantados muitas vezes pode reter memória posicional da localização e do contexto do tecido onde tinham residido anteriormente, pelo menos durante algumas gerações. Este comportamento notável pode levar ao desconforto em caso raro que não estagnar excessivamente.

editar ]embriológicas origem

A principal função dos fibroblastos é manter a integridade estrutural dos tecidos conjuntivos por precursores secreção contínua da matriz extracelular. Fibroblastos secretam os precursores de todos os componentes da matriz extracelular, principalmente a substância fundamental e uma variedade de fibras . A composição da matriz extracelular determina as propriedades físicas dos tecidos conjuntivos.

Como outras células do tecido conjuntivo, fibroblastos são derivadas de primitivas mesênquima . Assim expressar o filamento intermediário proteína vimentina , um recurso usado como um marcador para distinguir seus mesodérmica origem. No entanto, este teste não é específico como as células epiteliais cultivadas in vitro em substrato aderente pode também expressar vimentina depois de algum tempo.

Em certas situações, as células epiteliais podem dar origem a fibroblastos, um processo chamado de transição epitelial-mesenquimal(EMT).

Por outro lado, os fibroblastos em algumas situações pode dar origem a epitélios de passar por uma mesenquimais para a transição epitelial(MET) e organizar em um condensado, polarizada, lateralmente conectadas folha verdadeira epiteliais. Este processo é visto em muitas situações de desenvolvimento (por exemplo néfron e notocord desenvolvimento).

editar ]Estrutura e função

Fibroblastos têm um ramificada citoplasma em torno de um, de forma elíptica salpicado núcleo tendo um ou dois nucléolos . Fibroblastos activos podem ser reconhecidos por suas ásperas abundante retículo endoplasmático . Fibroblastos inativos, que são também chamados defibrócitos , são menores e fusiformes. Eles têm um retículo endoplasmático áspera reduzida. Embora desarticulada e dispersa quando eles têm para cobrir um grande espaço, fibroblastos, quando cheio, muitas vezes localmente alinhar em grupos paralelos.

Fibroblastos fazer colágenos , glicosaminoglicanos , reticular e fibras elásticas , glicoproteínas encontradas na matriz extracelular e citocinas TSLP . Fibroblastos indivíduos em crescimento “estão se dividindo e sintetizar substância fundamental. Dano tecidual estimula fibrócitos e induz a mitose de fibroblastos.

Ao contrário do epiteliais células que revestem as estruturas do corpo, os fibroblastos não formam monocamadas plano e não é restringido por um anexo de polarização para uma lâmina basal de um lado, embora possam contribuir para os componentes da lâmina basal em algumas situações (por exemplo, subepitelial miofibroblastos no intestino podem secretar da cadeia α-2 carregando componente da lamininaque está ausente apenas em regiões de folículo associados epitélios que falta o forro miofibroblastos). Fibroblastos também pode migrar lentamente ao longo do substrato como células individuais, novamente em contraste com as células epiteliais. Enquanto as células epiteliais formam o revestimento das estruturas do corpo, é relacionada fibroblastos e tecido conjuntivo que esculpem a “massa” de um organismo.

A vida de um fibroblasto, medida em embriões de galinha, é de 57 ± 3 dias. [ 2 ]

editar ]ações secundárias

Fibroblastos embrionárias de camundongos (MEFs) são frequentemente utilizados como “células alimentadoras” em células estaminais embrionárias humanas em células estaminais de pesquisa. No entanto, muitos pesquisadores estão eliminando gradualmente MEFs em favor de meios de cultura com ingredientes precisamente definido de derivação exclusivamente humana carece de fontes? ] . Além disso, a dificuldade de uso exclusivo de derivação humana para os suplementos de mídia é mais freqüentemente resolvidos pelo uso de “meios de comunicação definida”, onde os suplementos são sintéticos e alcançar o objetivo principal de eliminar a possibilidade de contaminação de fontes de derivativos.

editar ]Veja também

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Hoje é dia do pai … da vitamina “C”.

Hoje é dia do pai… da vitamina C

Descoberta de Albert Szent-Györgyi valeu-lhe o Nobel em 1937

2011-09-16
O cientista descobriu o papel  da vitamina C na oxidação

O cientista descobriu o papel da vitamina C na oxidação

Albert Szent-Györgyi faria hoje 118 anos se fosse vivo. O fisiologista húngaro nasceu a 16 de Setembro de 1893, na Hungria, e faleceu em 1986, nos EUA.

Iniciou os estudos na Universidade Semmelweis, em 1911, mas depressa começou fazer investigação no laboratório de anatomia do tio.

 Em 1914, no início da Primeira Guerra Mundial, serviu na frente italiana e na russa. Quando terminou a guerra, completou os estudos e iniciou trabalhos em farmacologia e em electrofisiologia. No Instituto Rockefeller iniciou os estudos sobre respiração celular. Ao estudar as células, descobriu uma substância redutora, que mais tarde veio a ser chamada de ácido ascórbico (vitamina C). Ele observou também que essa substância possuía uma actividade anti-escorbuto.

Em 1937, recebeu o Prémio Nobel da Fisiologia e da Medicina por ter descoberto o papel de certos compostos orgânicos, especialmente o da vitamina C, na oxidação dos nutrientes na célula. Depois, em 1938, iniciou investigações com a contracção muscular e descobriu as proteínas miosina e actina e a adenosina-trifosfato (ATP), um importante nucleótido.

Faleceu com 93 anos nos EUA

Faleceu com 93 anos nos EUA

Albert Szent-Györgyi ajudou vários amigos judeus quando os fascistas controlaram a política húngara. Por isto, foi perseguido pela polícia de Hitler e deixou a Hungria como fugitivo da Gestapo. No pós-guerra voltou à terra natal e tornou-se chefe do departamento de bioquímica da Universidade de Budapeste. Foi eleito membro do parlamento e ajudou a restabelecer a Academia de Ciências.

Casou-se pela segunda vez, em 1941, com Márta Borbíró, com quem teve uma filha.

Seis anos mais tarde, descontente com o comunismo no seu país, foi para os Estados Unidos da América para dirigir a investigação no Instituto de Pesquisa Muscular, em Massachusetts.

Em 1956 obteve a cidadania norte-americana. Mais tarde, desenvolveu estudos sobre o cancro e divulgou a possibilidade de os radicais livres fazerem parte da génese desta doença. Investigou também física quântica e descreveu o termo sintropia (cooperação de vários factores ou estados patológicos no desenvolvimento de outra doença ou entidade patológica).

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Diabetes = Livro esclarece sobre a doença

Saiba tratar da diabetes

Livro esclarece ideias preconcebidas e mitos sobre a doença

2011-09-16
Por Susana Lage

A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) lançou ontem um livro que pretende ajudar as pessoas que acabam de saber que têm diabetes a realizarem o seu próprio tratamento.

«A Diabetes na sua mão – agora que descobriu que tem diabetes do tipo 2» é um livro de Francisco Sobral do Rosário, Maria João Afonso e José Manuel Boavida. É editado pela Gradiva e dirigido ao público em geral.

Este livro procura “comunicar de uma forma directa” e em “linguagem facilmente compreensível” tudo o que rodeia a diabetes, explica Francisco Sobral do Rosário ao Ciência Hoje.

Assim, tendo em conta receios e mitos relacionados com a diabetes, tenta “responder de uma forma clara e acessível” às dúvidas dos leitores.

A ideia de realizar a obra partiu das sessões realizadas na APDP e orientadas por Francisco Sobral do Rosário para pessoas com diabetes tipo 2. Estas consistem num “diálogo franco” entre profissionais de saúde, pessoas com esta doença e familiares.

Outra razão prendeu-se com a “inexistência de um livro dirigido ao público em geral” sobre este assunto, explica o autor.

 

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