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AS MELHORES MANEIRAS DE PROTEGER SEU CÉREBRO DO ENVELHECIMENTO

AS MELHORES MANEIRAS DE PROTEGER SEU CÉREBRO DO ENVELHECIMENTO

Como modificar seu estilo de vida e proteger preciosos neurônios

Viver em média até os 120 anos de idade é a meta para o final do milênio. Impossível? Recentemente descobriu-se uma espécie de tubarão das profundezas com mais de 300 anos de idade, se as medidas por carbono 14 estiverem corretas (feitas nos tecidos internos dos olhos do animal, porque tubarões não têm ossos). E, entre o final do século XIX para o final do século XX, passamos da idade média de vida de menos de 40 para quase 80 anos nos países ditos desenvolvidos.

Por ora vamos preservando nosso tecido cerebral da melhor maneira que sabemos. Eis as dicas:

  1. mantenha seu coração como seu melhor amigo: trate hipertensão, obesidade, colesterol e outros lipídios elevados, evite diabetes a todo custo
  2. enfatize exercícios – a atividade física reduz risco e severidade do declínio cognitivo. Em especial, atividade aeróbica pode aumentar o volume de certas áreas do cérebro que tendem a hipofuncionar na terceira idade, com melhora da memória e de sintomas que tendem à depressão
  3. aprenda novidades as mais variadas, expanda seus interesses, escreva cartas e outras missivas, leia muito – ler durante toda a vida foi associado a melhor função cognitiva em estudos com autópsias cerebrais
  4. socialize – quanto maior seu network de relacionamentos, menor seu declínio cognitivo; ao contrário, solidão está associada a um cérebro mais atrofiado
  5. trate sintomas depressivos – quando a depressão se manifesta na meia-idade o risco dobra de o cérebro ter perda cognitiva significativa (embora ainda não esteja bem comprovado se a relação é de causa ou efeito)
  6. evite alumínio nos utensílios da cozinha – este se deposita facilmente em placas cerebrais que predispõem a Alzheimer e outras doenças degenerativas; principalmente, livre-se das panelas de alumínio
  7. durma muito bem – alguns estudos encontraram relação entre dormir mal e declínio cognitivo ou surgimento de doença de Alzheimer; melhorar o sono, portanto, deve reduzir tais riscos.
(BASEADO EM MATÉRIA DA REVISTA TIME, 08/2016)
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