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Antidepressivos podem aliviar sintomas de fibromialgia, indica estudo – O Globo

 

Dor crônica

Antidepressivos podem aliviar sintomas de fibromialgia, indica estudo

Publicada em 15/01/2009 às 16h40m

Comentários

RIO – O uso de antidepressivos em pacientes com fibromialgia pode trazer benefícios para quem sofre da doença, aponta estudo publicado na edição de janeiro do Journal of the American Medicine Association (Jama). Os resultados mostram que este tipo de medicamento pode diminuir a intensidade da dor, assim como melhorar a qualidade do sono e do humor dos portadores do distúrbio. (Leia mais: fibromialgia é doença da mulher moderna)

A fibromialgia é uma doença auto-imune que não tem cura, e seus sintomas incluem dores pelo corpo, cansaço extremo, dificuldade para dormir, e uma queda generalizada na qualidade de vida. No Brasil, estima-se que 6 milhões de pessoas tenham a doença, que corresponde a 10% das reclamações em consultórios de reumatologia.

" Os mais eficazes na redução da dor, fadiga e transtornos de sono foram os antidepressivos tricíclicos e os tetracíclicos "


O estudo, coordenado pelo médico Winfried Häuser, do clínica Saarbrücken, em Saarbrücken, na Alemanha, avaliou o estado de saúde de 1.427 portadores de fibromialgia. O objetivo dos médicos era analisar até que ponto os antidepressivos poderiam ajudar a aliviar os sintomas da doença. Os mais eficazes na redução da dor, fadiga e transtornos de sono foram os antidepressivos tricíclicos e os tetracíclicos. Já os inibidores específicos de recaptação de serotonina e os inibidores de noradrenalina, diminuiram a intensidade das crises e melhoraram o humor dos pacientes. (Atividade física melhora qualidade de vida de mulheres com fibromialgia)

A recomendação do estudo é de que os antidepressivos não devem ser tomados de forma indiscriminada, mas que o medicamento deve ser levado em consideração se os sintomas do paciente não estiverem melhorando com outros tipos de tratamento.

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Fibromialgia Dor Cronica
tratamento clinico especializado Dra Evelin Goldenberg (11)3887-0627
www.clinicagoldenberg.com.br

 

  1. salete cesconeto de arruda
    18/01/2009 – 21h 17m

    Oi moderador!
    A matéria sobe as mulheres preferirem carinho nao aceita comentários?
    Deveria!
    Ou nao ainda nao há um droga que possa ser oferecida por algum laboratório para aumentar o carinho?! Calma! Nao estou dizendo que outras matérias sao patrocinadas. Mas essa merecia comentário! Carinho e sexo sao sempre bons. Juntos ou separados! As mulheres que preferem um a outro nao sao exemplo de mulheres livres e felizes em todas as áreas da vida!

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  2. Kolyanov
    18/01/2009 – 15h 36m

    marcio ramos – e-mail
    17/01/2009 – 14h 51m
    Excelente o seu comentário tendo em vista que a Fibromialgia é uma doença que também atinge homens, modernos ou não, ainda que em menor percentual do que as mulheres, sejam elas modernas ou não.

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  3. Enzzo
    18/01/2009 – 06h 10m

    A esposa do meu médico usou Lyrica, que minha filha médica mandou da Europa. Não resolveu, devido aos problemas colaterais por ele provocados.

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  4. marcio ramose-mail
    17/01/2009 – 14h 55m

    porém nos dias que tomava não aguentava acordar p trabalhar dá muito sono!
    Com o passar dos tempos comecei a identificar no meu corpo o inicio da crise e tratava assim que sentia os primeiros sinais…deu certo acompanhado de massagens locais, acupuntura e Hidroginastica ou seja praticas prazeirosas pois no meu caso só ocorre crise se estiver em estado de tensão, sei que não tem cura porém aprendi a conviver com a doença e hoje as crises são cada vez mais esporadicas! espero que tb consigam!abs

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  5. marcio ramose-mail
    17/01/2009 – 14h 51m

    Durante miutos anos sofri desse mal, sem descobrir o que tinha, eram dores musculares insuportavies que muitas vezes me duravam dias sem solução!
    O grande problema de quem enfrenta esse mal é o diagostico demorado..fiz todos os exames que existem e não se identificava nada.As dores sempre acompanhadas de dor de cabeça forte aumentavam e diminuiam com o passar dos dias, tomei uma formula que continha relaxante muscular, antiinflamaorio e anti depressivo triciclico que aliviava bastante….

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  6. PONTO-G
    16/01/2009 – 16h 30m

    ADENDO:
    Também não se trata de "mexer na química" do cérebro.
    Os antidepressivos, sobretudo os modernos, são bastante avançados para uso regular, com acompanhamento médico.
    O caso da fibromialgia no entanto diz respeito a dor crônica, havendo sido descoberto que tal se dá pelo refluxo antecipado da setoronina, ocasionando a fadiga muscular crônica.
    Daí o efeito colateral do remédio, perfeitamente capaz de devolver o bem estar ao paciente.
    No mais, terapia, exercício é bom p/ todos

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  7. PONTO-G
    16/01/2009 – 16h 24m

    Verifico que as "críticas", em torno do uso dos antidepressivos, são emocionais.
    De um lado, porque o antidepressivo é indicado para tratamento da fibromialgia, em razão do seu efeito colateral. Ou seja: não se está ministrando antidepressivo para depressivos psíquicos. Fibro + mialgia quer dizer somatização do stress.
    De outro, pois uma sociedade que não se permite o uso de antidepressivos, pois supõe que o "uso do álcool potencializará", não merece o status de sociedade.

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  8. liriodapaz
    16/01/2009 – 15h 19m

    O mais duro é enfrentar a incredulidade daqueles que não têm conhecimento sobre o assunto, ou dos que, embora tenham conhecimento, são céticos quanto à existência dessa doença, assumindo postura arrogante e conluindo, de forma leviana, que as pessoas que sofrem com o problema fingem ou imaginam sentir dor. Lidar com tais pessoas aumenta o sofrimento de quem tem a doença e, muitas vezes, agrava as crises. É preciso se impor e exigir respeito, especialmente de alguns médicos que pensam saber tudo.

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  9. liriodapaz
    16/01/2009 – 14h 46m

    Tenho 40 anos e sofro com fibromialgia há quase 20, mas somente há quatro anos, quando tive uma crise grave que me afastou do trabalho por 1 ano, a doença foi diagnosticada e corretamente tratada com antidepressivos, hidroterapia, acupuntura, massagens e RPG. Não foi nada fácil sair da crise e as dores eram tão fortes que cheguei a pensar que jamais melhoraria. Hoje estou livre dos antidepressivos, as dores estão mínimas, não impedindo minhas atividades e mantenho apenas o RPG. Há esperança!

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